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Política Uma semana após propor trégua, Ciro Gomes volta a atacar Lula nas redes sociais

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Em um vídeo nas redes sociais, Ciro afirma que o petista “não renovou as ideias” e “nunca pediu perdão” pelos erros cometidos durante seus governos. (Foto: Reprodução)

Uma semana após “propor uma trégua” entre a oposição ao governo Jair Bolsonaro, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), pré-candidato à Presidência para a eleição do ano que vem, deixou o discurso apaziguador de lado e voltou a criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em um vídeo nas redes sociais, Ciro afirma que o petista “não renovou as ideias”, “nunca pediu perdão” pelos erros cometidos durante seus governos e, agora, prestar a enfrentar mais uma disputa política, está se aliando “às mesmas pessoas incluindo aqueles que derrubaram Dilma”.

“Se você pensa em apoiar Lula por causa do que ele fez no passado, talvez fosse o caso de refletir mais profundamente. Você acha que ele terá condições de governar bem nos dias de hoje? Lembre que o Brasil mudou muito, e Lula não renovou as ideias? Será que ele se corrigiu e não vai repetir aqueles erros terríveis que você só descobriu depois? O pior é que você nunca viu ele pedir perdão pelos erros e está vendo ele se juntar, de novo, às mesmas pessoas”, diz Ciro.

Nos atos contra o governo do dia 2 de outubro, Ciro foi alvo de ataques por parte dos manifestantes. Em meio às críticas de parte da esquerda, o ex-ministro de Lula propôs uma “trégua de Natal” entre a oposição ao governo para produzir um consenso pelo impeachment de Bolsonaro.

“Propomos uma amplíssima trégua de Natal. Não tem nas guerras por aí afora, onde se faz até dois dias de trégua? Quando o assunto for Bolsonaro e impeachment, a gente deve esquecer tudo e convergir para esse raríssimo consenso, que já não é fácil”, afirmou.

Em coletiva de imprensa, Ciro reforçou a necessidade de unidade contra um “bote” de Bolsonaro nas eleições presidenciais do ano que vem.

O ex-ministro minimizou o episódio dos ataques que sofreu, que classificou como “bobagenzinha”. Também disse “não ter nada a ver” com a chamada “terceira via” da disputa presidencial do ano que vem.

“Quando for o assunto Bolsonaro e impeachment, a gente deve esquecer tudo e convergir para esse raríssimo consenso, que já não é fácil”, completou. Questionado se acreditava que o PT vai aderir à proposta de trégua, Ciro disse que não tem como esperar que “eles aceitem ou se comportem como nós gostaríamos”. “No dia a dia, vamos continuar estabelecendo as nossas diferenças.”

As divergências de Ciro com o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se acirraram após o pedetista evitar declarar apoio a Fernando Haddad no segundo turno da eleição presidencial de 2018 – o petista foi derrotado por Bolsonaro. Durante discurso no dia 2, em São Paulo, em que pedia “unidade” entre as forças políticas para destituir Bolsonaro, Ciro foi vaiado por manifestantes petistas e ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Em vários momentos, eles puxaram gritos em favor de Lula e fizeram a letra L com as mãos. Ciro relatou que ao deixar o caminhão de som que um manifestante tentou agredi-lo. As informações são dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo.

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