Terça-feira, 14 de Julho de 2020

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Geral Veja seis dicas de viagem para gastar menos e continuar no conforto

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Visitantes devem evitar restaurantes em pontos turísticos, como na Praça São Marcos, em Veneza. (Foto: Reprodução)

Nos últimos cinco anos, Geoffrey Morrison, repórter do jornal “The New York Times”, viajou por dezenas de países. Muita gente ficou curiosa para saber como ele conseguia bancar tantas viagens e Morrison preparou uma lista de dicas para viajar com conforto e sem gastar muito.

Albergues

Em vez dos hotéis, opte pelos albergues. Há opções limpas, baratas e bem mais em conta. Morrison conta, inclusive, que já se hospedou em albergues melhores do que muitos hotéis estrelados. Em geral, esta é a opção preferida dos mais jovens, mas o jornalista garante que, aos 40 anos, raramente é o mais velho nos estabelecimentos.

Refeições

Esqueça os restaurantes. Morrison indica que o caminho para gastar pouco são os mercados e as vendinhas. Esses lugares têm comida muito mais em conta e estão presentes em qualquer país. Caso você tenha optado por ficar em um apartamento alugado ou em um albergue, é possível guardar na geladeira alimentos e ingredientes comprados enquanto você estiver passeando.

Bagagens

Malas devem ser leves e fáceis de carregar. Se você consegue levar a sua sem problemas, vai encarar com tranquilidade ônibus, metrôs e até caminhadas. Assim, é possível driblar táxis ou serviços de carro.

Celular

Nem pense em usar o chip da sua operadora em uma viagem internacional. Morrison afirma que vale muito mais a pena comprar um cartão SIM local. Em geral, eles são encontrados em bancas, tabacarias, lojas virtuais. Depende do seu destino.

Metrô

Transporte público é sempre a melhor opção para poupar dinheiro nos deslocamentos pela cidade. Sistemas locais de trem e metrô na maioria das vezes dão desconto em cartões que valem para vários dias ou várias viagens.

Armadilhas

Morrison alerta: fuja das armadilhas para turistas! Restaurantes próximos a pontos turísticos? Nem pensar. São sempre caros e com comida medíocre. O jornalista conta que a pior massa que comeu na vida foi na Praça São Marcos, em Veneza. Se você se afastar alguns quarteirões, já é o suficiente para encontrar lugares mais em conta — e bem mais gostosos.

Aéreas de baixo custo

Companhias aéreas de baixo custo são cada vez mais populares entre os consumidores que querem viajar gastando pouco. Ao contrário das empresas tradicionais de aviação, elas oferecem tarifas mais baratas, e serviços mais simples para atender os passageiros. No Brasil, Flybondi iniciou em julho a comercialização de passagens para o trecho Rio-Buenos Aires a partir de R$ 300, 40% mais baratas que as oferecidas por Latam, Azul, Gol e Aerolíneas Argentinas no mesmo trecho.

É comum que o serviço mais básico de atendimento gere algumas dores de cabeça. Por isso é necessário saber onde buscar informações sobre cada companhia, se planejar para decidir o momento certo de comprar as passagens e driblar problemas com bagagens. Abaixo, algumas dicas para quem pretende se aventurar nas aéreas de baixo custo. As informações são do jornal “The New York Times”.

1) Fique esperto na hora de comprar as passagens

É comum que companhias aéreas de baixo custo não façam a mesma rota durante todo o ano. As empresas divulgam períodos nos quais o consumidor deve fazer a reserva para determinados destinos. É importante que o consumidor pesquise quando é a alta temporada do lugar que pretende visitar. Alguém que quer viajar de maio a setembro deve procurar por opções mais baratas em janeiro, por exemplo.

2) Drible as restrições de bagagens

Empresas de baixo custo cobram para despachar bagagens e muitas vezes há também um custo de mala por conexão. O melhor é viajar com pouco para não precisar trocar inúmeras vezes os pertences de mala por medo do excesso de bagagem, que também é pago.

Para quem viaja acompanhado, a dica para economizar é comprar uma passagem para um assento sem nenhum benefício enquanto a outra pessoa paga por uma mala de mão ou despachada. Isso pode representar uma economia de até 100 dólares.

Também pode haver um custo extra para quem quer sentar ao lado de um companheiro no voo. Geralmente, fica entre US$ 6 e US$ 15 decidir a poltrona. Uma opção para driblar o custo é os dois comprarem o bilhete ao mesmo tempo. Assim, vão ter mais chance de ficar um ao lado do outro.

3) Escolha um assento estratégico

Companhias de baixo custo não tem os assentos mais aconchegantes do mundo, mas é possível fazer boas escolhas. Ao fazer a reserva, opte por lugares na traseira do avião. Por algum motivo, a maioria das pessoas prefere assentos na parte da frente do avião e essa região costuma ficar mais vazia.

Além disso, para quem viaja acompanhado, faça a reserva do assento da janela e o do corredor. A poltrona do meio não é a escolha preferida de ninguém, e assim há mais chances de que você e seu acompanhante fiquem sozinhos.

4) As redes sociais são o melhor canal de ajuda

O número de funcionários dessas companhias é menor e os serviços de atendimento são mais básicos. Por isso, é mais provável que você tenha uma dúvida sobre a sua viagem respondida pelas redes sociais do que por um e-mail corporativo de contato.

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