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Bolsonaro diz que o Palmeiras será bicampeão mundial este ano

Bolsonaro assina termo ao lado de Doria, Pedro Guimarães, da Caixa, e Mizael Conrado, do CPB. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), que se declara torcedor do Palmeiras, está tão confiante na equipe que apostou que ele ganhará o título mundial pela segunda vez – o alviverde considera o Torneio Internacional de Clubes Campeões, disputado em 1951 e apelidado de Copa Rio, como o primeiro campeonato mundial.

“Em especial aos palmeirenses, lembrem-se que o Palmeiras, neste ano, será bicampeão mundial. Quem me disse isso foi o presidente Mizael (Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro)”, durante evento no CPB que celebrou a assinatura de um termo de compromisso da Caixa com a entidade esportiva. No evento, Bolsonaro também convidou João Dória, governador de São Paulo, para fazer flexões.

Bolsonaro esteve presente na comemoração do Palmeiras pelo decacampeonato brasileiro, em dezembro de 2018. Ele esteve no gramado, tirou fotos com os jogadores e até levantou a taça do campeão, após o time derrotar o Vitória por 3 a 2.

O presidente, no entanto, já tirou fotos com as camisas de diversos clubes. No último dia 12 de junho, compareceu ao estádio Mané Garrincha, em Brasília, para a partida entre Flamengo e CSA, utilizando um uniforme do rubro-negro carioca.

O Palmeiras vive boa fase na temporada, na qual tem apenas duas derrotas em 33 jogos. A equipe paulista lidera o Campeonato Brasileiro com cinco pontos de vantagem para o segundo colocado, o Santos, está nas oitavas de final da Libertadores e nas quartas da Copa do Brasil.

Termo de compromisso

Com a presença do presidente da República Jair Bolsonaro e do governador de São Paulo, João Doria, o Comitê Paralímpico Brasileiro assinou nesta quarta-feira com a Caixa Econômica Federal um termo de compromisso para promover a ação esportiva para 550 crianças com deficiência de 10 anos a 17 anos. No novo acordo, foi criado um vínculo para a inclusão social. Isso implica num aporte financeiro de R$ 10 milhões.

Desde que assumiu, o presidente reavalia todos os contratos de patrocínios e parcerias no esporte. Tem feito alguns cortes nos orçamentos dos esportes olímpicos, por exemplo, mas recentemente também dobrou o número de Bolsa Atleta, programa que ajuda financeiramente atletas olímpicos do Brasil. A jogadora Marta, da seleção, por exemplo, se beneficia do programa.

“É um incentivo extraordinário para o Centro Paralímpico, um investimento para o Brasil. A iniciação esportiva será para alunos das redes públicas municipal e estadual”, comentou Doria, ciente de que as modalidades oferecidas são atletismo, natação, judô, futebol de 5, vôlei sentado, bocha, goalball e tênis de mesa. No projeto, as crianças receberão o material esportivo necessário, lanches, transporte e terão professores qualificados.

O CPB vai receber R$ 10 milhões até 2023 para realizar esse projeto, que consiste ainda em batizar o Centro de Treinamento com o nome do banco, que adquiriu os “naming rights” do local. O espaço, um dos mais modernos do País para o treinamento de atletas de elite, se chamará CT Paraolímpico Caixa.

Com o acordo, o CPB passa a ter dois contratos de patrocínio com a Caixa: este novo, que ainda precisa ser fechado (mas os termos já estão colocados na mesa e as partes estão em concordância), e o que foi firmado em 2017 e vai até o fim de 2020, que consiste no recebimento de R$ 95 milhões por quatro anos.

“Esse evento é a prova de que o esporte paraolímpico vai se consolidando como política de Estado. Não falta motivo para celebrar. O CT tem se transformado na casa da inclusão e tem sido a base para a capacitação dos profissionais do esporte. Com essa ampliação da nossa parceria com a Caixa, vamos poder desenvolver mais centros de formação e levaremos esse projeto para outras cidades do Brasil”, comentou Mizael Conrado, presidente do CPB.

Apesar do fortalecimento da parceria entre CPB e Caixa, a atual gestão do banco não deve ampliar o patrocínio esportivo em outras entidades. Ainda existem contratos com a CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) e com a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), além da LNB (Liga Nacional de Basquete) e da LBF (Liga de Basquete Feminino), mas a tendência é que ao final dos termos os vínculos não sejam renovados, ou tenham seus valores diminuídos.

A CBAt tem um contrato de R$ 60 milhões por quatro anos, de 2017 a 2020. A CBG possui pelo mesmo período, mas o valor é três vezes menor, de R$ 20 milhões. Já a LNB tem um acordo de março de 2016 a março de 2020 por R$ 22 milhões no total, enquanto a LBF tem um acerto de R$ 10 milhões também até essa data. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.