Últimas Notícias > Notícias > Mundo > Manifestantes são dispersados com gás lacrimogêneo em Hong Kong em novo dia de protestos

Governo federal vai colocar em dia pagamentos de obras no RS

O ministro-chefe da Casa Civil, irá participar de uma palestra em Porto Alegre. (Foto: Fernando Conrado)

Uma dívida com empreiteiras gaúchas, que poderá chegar a R$ 20 milhões no final deste mês, e vem atrasando obras importantes, será colocada em dia pelo governo federal. A informação é do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que conversou com o ministro da Economia Paulo Guedes. A dívida é estimada em R$ 13,7 milhões, em 15 obras, para a construção de cerca de 2.917 moradias, e esse atraso, que chega a três meses, segundo as empresas, compromete o andamento das obras em ao menos 15 empreendimentos. O ministro Onyx Lorenzoni adiantou essa informação ao Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado.

Assembleia Legislativa: desnecessária?

O legislativo gaúcho, muito ativo na concessão de medalhas e homenagens, tem desempenhado um papel secundário como casa das leis. Agora, a Procuradoria-Geral do Estado dispensou a existência de lei prévia, e autorizou, além do salario fixado no teto dos servidores, o pagamento adicional de honorários de sucumbência a seus 515 procuradores ativos e inativos, a título de produtividade e honorários.

Produtores rurais brasileiros preservam o meio ambiente

Em artigo publicado no Estado de S. Paulo, o filósofo Denis Rosenfield observa um dado importante na relação entre produtores rurais brasileiros e meio ambiente: “toda propriedade no Brasil, ao contrário de outros países do mundo, é obrigada a preservar a vegetação nativa, segundo a região em que estiver localizada. Na Amazônia, por exemplo, a reserva legal é de 80% da propriedade. Na área de Cerrado o porcentual chega a 35% e nos Campos Gerais, como no Sul, 20%. Note-se que o direito de propriedade é relativizado em função da preservação, fazendo os agricultores andar de mãos dadas com o meio ambiente.Se pensarmos em termos gerais, 25,6% da área do território nacional é preservada pelos próprios agricultores.”

Com a palavra, o general Villas Boas

Ex-comandante do Exército, o general Villas Boas comenta a ousadia da França em criticar o cuidado do Brasil com a Amazônia e o meio ambiente. Segundo o general, “trata-se da mesma França que de 1966 até 1996, a despeito dos reclamos mundiais, realizou 193 testes nucleares na Polinésia Francesa, expondo o Taiti, ilha mais povoada da região, a índices de radiação 500 vezes maiores que o máximo recomendado por agências internacionais.”

Segundo uma reportagem do UOL Notícias, datada de 11/03/2015, uma equipe de médicos franceses calculou, no ano de 2006, que os casos de câncer aumentaram nas ilhas da região por conta daqueles testes nucleares que atingiram os próprios cidadãos franceses.

Os desabitados atóis de Mururoa e Fangataufa escondem, até hoje, 3.200 toneladas de material radioativo de diferentes tipos, produto das explosões nucleares do exército francês, o mesmo que Macron usa para nos ameaçar
A questão ultrapassa os limites do aceitável na dinâmica das relações internacionais. É hora do Brasil e dos brasileiros se posicionarem firmemente diante dessas ameaças, pois é o nosso futuro, como nação, que está em jogo.”

Deixe seu comentário: