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Niki Lauda é enterrado na Áustria com a presença de Hamilton e outros campeões da Fórmula 1

Os fãs também puderam se despedir do tricampeão na catedral onde o caixão ficou exposto com um capacete usado pelo ex-piloto e dois quadros. (Foto: Reprodução)

Nove dias após morrer de complicações renais, o tricampeão mundial de Fórmula 1 Niki Lauda foi enterrado nesta quarta-feira (29) em Viena, na Áustria. O funeral teve a presença do pentacampeão Lewis Hamilton e de ex-pilotos, como os também campeões Nelson Piquet, Jackie Stewart, Alain Prost, Nigel Mansell e Nico Rosberg, além de Toto Wolff, chefe da Mercedes, equipe na qual Lauda atuava como presidente não-executivo.

Um dos mais emocionados era Piquet, de quem Lauda era grande amigo. Estiveram presentes ainda o atual CEO do Liberty Media, grupo americano que controla a Fórmula 1, Chase Carey, e o presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Jean Todt, assim como o ator Daniel Brühl, que interpretou Lauda no cinema no filme “Rush – no Limite da Emoção”, em 2013.

Viúva do tricampeão, Birgit ficou ao lado dos filhos mais velhos do ex-piloto, Lukas e Mathias. Os gêmeos Max e Mia, de 10 anos, do último casamento de Lauda, também se despediram do pai. O presidente da Áustria, Alexander Van der Bellen, e o ator Arnold Schwarzenegger, nascido no país europeu, foram outras personalidades que estiveram no funeral.

“Ele era uma estrela despretensiosa, humilde e brilhante entre os pilotos de corrida. Ele tinha senso de humor, era fiel à vida”, disse o padre Toni Faber. Os fãs também puderam se despedir do tricampeão na Catedral de Saint Stephen, onde o caixão ficou exposto com um capacete usado pelo ex-piloto e dois quadros.

Chamou a atenção a quantidade de fãs com um boné vermelho como o que Niki Lauda usava desde o acidente de Nürburgring, em 1976, para disfarçar as queimaduras sofridas.

Nascido em 22 de fevereiro de 1949, Andreas Nikolaus Lauda era de família rica. Apesar de ter passado uma juventude abastada, o austríaco quis seguir carreira no automobilismo. Sem o apoio do avô banqueiro e dos demais familiares, Niki tomou um empréstimo em um outro banco e passou a investir na carreira. Depois de comprar uma vaga na equipe March de Fórmula 2, Lauda rapidamente foi convidado para correr na F1, estreando no GP da Áustria de 1971.

“Com profunda tristeza, anunciamos que nosso amado Niki morreu pacificamente com sua família na segunda-feira, 20 de maio de 2019. Suas realizações únicas como atleta e empreendedor são e permanecerão inesquecíveis; seu incansável entusiasmo pela ação, sua franqueza e sua coragem permanecem um modelo e uma referência para todos nós. Era um marido amoroso e atencioso, pai e avô longe do público, que sentirá sua falta”, afirmou a família do ex-piloto ao comunicar o seu falecimento.

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