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Magazine Advogado de Rose Miriam diz que documento não anula “união estável”

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Defesa do apresentador Gugu Liberato entregou à Justiça documento em que ela teria se declarado "solteira"

Foto: Reprodução de TV
Defesa do apresentador Gugu Liberato entregou à Justiça documento em que ela teria se declarado "solteira". (Foto: Reprodução de TV)

A defesa do apresentador Gugu Liberato, apresentador que morreu aos 60 anos após sofrer um acidente doméstico em novembro de 2019, entregou à Justiça, na sexta-feira (06), um documento assinado em 2011 por Rose Miriam di Matteo, mãe dos três filhos de Gugu, em que ela teria se declarado “solteira”.

No documento, ela também teria afirmado que ela e Gugu estavam “ligados tão e somente como pais e, portanto, são responsáveis pelo bem-estar dos filhos”. O novo documento desmentiria a ideia de que Gugu não deixou nada para Rose.

De acordo com nota publicada pelo site da Veja no domingo (08), o apresentador fez a doação de uma casa em Alphaville, em São Paulo, para Rose. O imóvel possui seis suítes e é avaliado em R$ 1,8 milhão.

Na manhã desta segunda-feira (09), Nelson Wilians, advogado de Rose, emitiu nota e afirma: “Esse eventual documento, que qualifica a sra. Rose Miriam como solteira, não tem peso algum no processo de reconhecimento de união estável entre ela e Gugu Liberato. Se fosse casada no papel, a sra. Rose Miriam não precisaria buscar na Justiça o reconhecimento de companheira de Gugu por mais de 20 anos.

Ademais, a união estável não altera o estado civil – ou seja, os dois continuam solteiros, diferentemente de que se fossem casados, motivo pelo qual foi necessário o ajuizamento da competente ação de reconhecimento de união estável.

Importante lembrar que o “compromisso” (Termos de Criação de Filhos) foi elaborado com o reprovável intuito de fraudar a lei protetiva e foi apresentado a Rose Mirim apenas 39 dias após alta hospitalar, sem que ela tivesse condições de discernimento. É esse mesmo documento que menciona a doação desse imóvel e a pensão de US$10.000 dólares mês. Vale ressaltar ainda que, pouco tempo depois, o casal retomou a relação de união estável novamente.

Só não foi feita a escritura antes, porque o referido imóvel só foi regularizado em 15/02/2012. Dessa forma, nem mesmo o tempo decorrido (alguns meses) e muito menos a maliciosa repetição de fórmulas inverídicas já contidas no aludido “compromisso” – repetição essa que confirma a má-fé já havida na elaboração do documento primeiro – afastam a inegável verdade dos fatos: a união estável, pública, continua e duradoura, com o objetivo de constituir família, havida e mantida ao longo de mais de duas décadas por Gugu e Rose Miriam. Por essas razões, permanecemos confiantes na Justiça brasileira”, disse.

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