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Cláudio Humberto Bancada do atraso na Anatel tenta adiar 5G no País

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O presidente da Petrobras, general Silva e Luna, afirmou aos deputados que a política cruel de preços não é culpa da Petrobras. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Diretor da Anatel, agência reguladora de telecomunicações, o agrônomo Moisés Moreira continua sendo o nome do atraso do 5G no Brasil. Em 2019, ele retardou a tecnologia ao menos em dois meses e, na segunda (13), voltou a pedir vistas alegando “dúvidas”. Virou deboche na Anatel, onde o edital chegou há dois anos, em outubro de 2019. O ministro Fábio Faria (Comunicações) estima em R$100 milhões diários os prejuízos da “vista”. O relator, Emanoel Campelo, propõe implantar o 5G no Brasil até junho de 2022, mas há uma jogada política para adiar para 2023.

Atraso mesquinho
A suspeita é que se tenta impedir adoção da tecnologia no atual governo ou ainda mais mesquinho, sob presidência de Leonardo Morais na Anatel

Em nome da vaidade
É corrente, na Anatel, a bronca pelo fato de Leonardo ter sido designado presidente, cargo que teria sido prometido a Moisés por Michel Temer.

Padrinho na oposição
Moisés foi indicado à Anatel pelo ex-ministro Gilberto Kassab, que há dias declarou o PSD, seu partido, na oposição ao governo Bolsonaro.

No TCU, foi goleada
Já não restam dúvidas sobre o edital de leilão do 5G, aprovado com a goleada de 7 a 1 pelos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU).

MP da libertação do etanol é obra de Arthur Lira
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), foi quem pediu a Jair Bolsonaro a medida provisória que antecipou, para implantação imediata, a venda direta de etanol aos postos. A iniciativa de Lira, um entusiasta, surpreendeu os próprios produtores, que lutam há anos para serem libertados das distribuidoras de combustíveis, meras atravessadoras, e da Petrobras, que deixará de definir o valor do etanol ao consumidor.

Direito negado
A ANP vinha proibindo os produtores a praticarem o livre mercado, obrigando-os e entregar todo o etanol produzido às distribuidoras.

Novos magnatas
O “negócio da China” foi garantido por resoluções suspeitas da agência reguladora ANP, que fez dos distribuidores os novos magnatas.

Preços devem cair
Agora, as usinas poderão vender seu etanol livremente, como qualquer fabricante, livre do atravessador. A tendência é a redução de preço.

Caixa roubada
Repercute nas redes sociais a denúncia de Pedro Guimarães, presidente da Caixa, ignorada pelo noticiário, de que roubaram do banco R$ 46 bilhões nos governos do PT. Só um superintendente da Caixa devolveu R$ 40 milhões surrupiados. E 500 mil famílias ficaram sem casa própria.

Que horror
O presidente da Petrobras, general Silva e Luna, afirmou aos deputados que a política cruel de preços não é culpa da Petrobras, a estatal que se aproveita do monopólio para fabricar lucros pornográficos.

Operação desfeita
Como Lula, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha ganhou do Supremo Tribunal Federal um presentaço: Sérgio Moro foi considerado “suspeito” para julgá-lo e o processo vai para a Justiça Eleitoral.

Estelionato em curso
O presidente americano Joe Biden começa a aplicar estelionato eleitoral: seus apoiadores no Congresso estão agilizando medidas como aumento de 37% para 39,6% o imposto de renda para pessoas físicas.

Comparativo saudável
Atrás apenas de China, Índia e EUA no total de pessoas vacinadas, o Brasil acumula quase o dobro de habitantes vacinados (143 milhões) que o Japão (79 milhões), o quinto país que mais aplicou doses no mundo.

Sigam a Petrobras
Se o preço na refinaria sobe e no dia seguinte chega aos postos de combustível, o agronegócio não adota a mesma estratégia. A queda de 1% no boi gordo e 1,5% no café e açúcar nunca chegou ao mercado.

Exemplo na Guiné
O Departamento de Justiça dos EUA apreendeu, em 2011, mais de US$ 30 milhões em bens de Teodorin Mangue, filho do presidente da Guiné Equatorial. A venda de uma mansão de praia na Califórnia, este ano, foi usada para bancar 1,2 milhão de doses de vacinas para o país africano.

Pior que o esperado
O Conselho Federal de Medicina decidiu fazer um levantamento sobre o efeito do terror ao redor da covid no combate a outras doenças, e revela que deixaram de ser feitos 27 milhões de procedimentos eletivos.

Pensando bem…
… no Brasil, tem lama que nem lava-jato limpa.

PODER SEM PUDOR

O gato é bravo…
Três dias após renúncia de Jânio Quadros, isto é, em 28 de agosto de 1961), o deputado udenista Adauto Lúcio Cardoso subiu à tribuna para atacar os ministros militares que se opunham à posse do vice João Goulart, que visitava a China. Adversário de Jango, Adauto propôs enquadrar os militares na Lei de Segurança Nacional e por crime de responsabilidade. Seu colega Aliomar Baleeiro (UDN) pediu um aparte para concordar com ele “em gênero, número e grau”, mas fez uma pergunta incômoda: “Quem é que vai colocar guizo no gato? Eu é que não vou…”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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