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Magazine Chamado de próximo presidente em Davos, Huck diz que Brasil precisa ser mais bem representado

Luciano Huck fez vídeo comentando presença em Davos.

Foto: Reprodução/Instagram
Luciano Huck fez vídeo comentando presença em Davos. (Foto: Reprodução/Instagram)

O apresentador Luciano Huck atraiu a maior parte das atenções nesta quinta-feira (23) no Fórum Econômico Mundial em Davos, durante um painel sobre os protestos na América Latina. Ele, no entanto, evitou polêmicas, e não confirmou nada ao ser chamado de próximo presidente.

O momento aconteceu enquanto Huck discorria sobre desigualdade, educação e ambiente. O escritor e youtuber brasileiro Raiam Santos e a secretária executiva da Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU, Alicia Bárcena Ibarra, o chamaram assim ao interagir.

Huck, desviou, dizendo apenas que o Brasil merecia representação melhor no exterior.

“O Brasil precisa ser mais bem representado, para além da economia”, afirmou.

Segundo Huck, o Fórum Econômico é um espaço para discutir ideias que possam gerar crescimento econômico com redução da desigualdade, e o Brasil precisa estar presente em outros painéis, além dos econômicos, dos quais participa o ministro da Economia, Paulo Guedes), celebrado por investidores.

“Sem dúvida a gente entregou números importantes do ponto de vista econômico, mas a gente estava fora dos painéis de educação, desigualdade e Amazônia.”

Huck, que se apresentou com uma inédita barba branca no Fórum, afirmou ainda que há “muitas maneiras” de ajudar a mudar o País, e que “entrar para a política é uma delas”. Mas também afirmou que “todas as decisões que tomamos na vida são políticas”.

No Instagram, Huck fez uma postagem “didática” comentando a função do Fórum de Davos.

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