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Ciência Nova descoberta em Marte intriga cientistas

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Pedaço brilhante de alumínio faz parte de uma manta térmica usada para proteger o robô e controlar as temperatura.

Foto: Reprodução/Twitter Nasa
Pedaço brilhante de alumínio faz parte de uma manta térmica usada para proteger o robô e controlar as temperatura. (Foto: Reprodução/Twitter Nasa)

A Nasa, a agência espacial norte-americana, divulgou que seu robô Perseverance descobriu “algo inusitado” na superfície de Marte.

Trata-se de um pedaço de papel alumínio que os cientistas da agência acreditam que tenha feito parte de uma manta térmica usada para proteger o robô antes de seu pouso no planeta vermelho.

O inusitado disso, segundo a Nasa, é o fato de que o material foi encontrado a cerca de 2km de distância do local de pouso do Perseverance.

“Esse pedaço pousou aqui depois disso [do impacto], ou foi levado pelo vento?”, questiona a Nasa.

Marte tem uma atmosfera fina composta principalmente de dióxido de carbono, argônio, nitrogênio e uma pequena quantidade de oxigênio. Segundo a Nasa, os ventos em fortes tempestades de areia no planeta podem provocar rajadas de mais de 90 km/h.

O pouso do robô aconteceu em fevereiro de 2022, na cratera de Jezero, região do planeta que já foi um lago há bilhões de anos.

O objetivo do projeto é não só melhor entender a formação e evolução inicial do astro, como também analisar a história dos processos geológicos que moldaram Marte ao longo do tempo e interpretar cientificamente o potencial do planeta já ter hospedado vida.

Além disso, a missão tem também como propósito auxiliar o entendimento da ciência da geologia marciana, algo fundamental para os preparativos de uma possível viagem tripulada ao planeta.

Desde a chegada do Perseverance ao planeta vermelho, o robô da Nasa já flagrou diversas fotos curiosas.

Nasa e Musk

A SpaceX pode causar danos graves à única rota que a Nasa tem para o espaço caso seu próximo foguete a ser lançado exploda. A empresa do bilionário Elon Musk acumula uma série de testes malsucedidos que já resultaram em explosões anteriores.

O temor foi compartilhado pela Nasa e, segundo a chefe de operações espaciais, Kathy Lueders, a repetição de um lançamento frustrado pode ser “bastante devastadora”. Isso porque a nave Starship deve sair do Complexo de Lançamento 39A, na Flórida (EUA), a única rota que leva astronautas dos Estados Unidos à Estação Espacial Internacional. “Todos nós reconhecemos que, se você tivesse uma falha precoce como tivemos em um dos primeiros voos da SpaceX, seria bastante devastador para 39A”, disse.

Musk quer mostrar aos clientes que a Starship, que ele vê como o caminho da humanidade para Marte, pode alcançar com sucesso a órbita, um marco crucial no desenvolvimento do foguete que já enfrenta grandes atrasos.

Entretanto, é possível que demore ainda mais para que o plano seja colocado em prática, já que a Nasa quer que a SpaceX garanta que seu plano de lançar a espaçonave não coloque em risco a infraestrutura da agência.

Em contrapartida, as propostas da empresa de Musk para lidar com as preocupações da Agência, que incluem um plano para lançar astronautas americanos de uma plataforma de lançamento diferente na Flórida, podem levar meses para serem aprovadas.

 

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