Segunda-feira, 13 de Julho de 2020

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Esporte O Barcelona teve em seu time sete casos de coronavírus confirmados

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Cinco atletas da equipe principal e dois membros da comissão técnica foram alvos da Covid-19.

Foto: Reprodução
Cinco atletas da equipe principal e dois membros da comissão técnica foram alvos da Covid-19. (Foto: Reprodução)

O Barcelona teve em seu elenco sete casos de coronavírus confirmados nos testes feitos pela LaLiga, de acordo com informações da “RAC1”. Dentre os contaminados estavam cinco atletas da equipe principal e dois membros da comissão técnica do clube. No entanto, quando os exames foram feitos, no início do último mês de março, os culés não haviam divulgado nenhuma informação a respeito dos positivos para Covid-19.

Quando os resultados saíram, os casos eram passados e todos os sete indivíduos já estavam recuperados da doença. Com isso, todos os contaminados poderiam voltar a participar dos treinamentos após o aval das autoridades sanitárias da Espanha liberarem o retorno aos trabalhos de maneira gradual.

Apesar de não ter exposto os casos que do plantel, atualmente os blaugranas seguem uma rotina normal de trabalho visando a preparação para o jogo contra o Mallorca, no próximo dia 13. Com exceção dos lesionados, todo o elenco treina normalmente, o que quer dizer que nenhum atleta tem risco de contaminar um companheiro.

Messi

Messi fica. Dito assim, parece óbvio. Messi sempre foi e sempre será do Barcelona, mas havia uma cláusula em seu contrato que permitia sua saída em 30 de junho, se avisasse até a segunda-feira (1º). Não avisou. Quer dizer que Messi fica até o final da temporada 2020/21, o que coincidirá com a eleição mais dura do Barcelona desde a saída de Josep Luis Nuñez, em 2000.

No pleito do ano que vem, Messi será plataforma eleitora. O Barcelona está em chamas, por acusações de corrupção contra a gestão de Josep Maria Bartomeu. Há dois meses, os vice-presidentes Emili Rosaud, Enrique Tombas, Maria Teixidor e Jordi Calsamiglia pediram demissão.

Rosaud saiu dizendo que “alguém está metendo a mão no caixa do clube.” A acusação de corrupção de Bartomeu junta-se ao Barça Gate, a acusação de usar redes sociais para diminuir opositores, jogadores e ex-jogadores. O Barcelona não é mais o clube transparente que pareceu ser depois da eleição de Joan Laporta, em 2003. Aquele período teve Txixi Beguiristain como diretor esportivo e Ferran Soriano como diretor-executivo, os dois hoje juntos com Guardiola no Manchester City.

Laporta está de volta ao espectro político e, junto a ele, Sandro Rossell está livre da cadeia. Tudo isto estará na mesa entre janeiro e junho de 2021, quando o Barcelona elegerá seu 41o presidente e terá de renovar o contrato de Messi simultaneamente. Nunca foi a intenção do craque argentino, mas ele estará no meio do jogo eleitoral mais pesado do Barça neste século.

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