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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editorias de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

A greve dos servidores públicos de várias categorias fragilizou a ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck. Elogiada no 1º ano do Governo por ter retomado o diálogo com os trabalhadores, ela virou o principal alvo dos sindicatos, apesar de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ser o dono do cofre e ter declarado que vê “com naturalidade” as demandas das diferentes categorias de servidores públicos por reajuste salarial, mas “que há limites impostos”. Esther se segura no cargo, por ora, amparada e aconselhada pelo ministro Rui Costa (Casa Civil). Além de 48 universidades, 71 institutos federais (IFs) estão em greve. Servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) estão de braços cruzados desde janeiro.

Boa vizinhança

Deu resultado a política de boa vizinhança com o Governo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ele foi alçado por governadores ao posto de articulador do projeto de renegociação das dívidas dos Estados. Pacheco cobra a equipe econômica para que o texto seja enviado ainda neste mês para o Congresso. Em tempo: o mineiro pretende disputar o Governo do Estado em 2026.

Pai do teto

Quem consulta o ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles sobre os rumos da economia, ouve o que ele já alertava há um ano. O caminho, segundo ele, é o do corte de despesas já que as receitas são incertas. É uma crítica ao arcabouço fiscal que derrubou o teto de gastos, criado por ele.

Quaquá paz e amor

Vice-presidente nacional do PT, o deputado federal Washington Quaquá pregou a paz no grupo do partido para estancar a crise entre o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL): “O caminho correto é escalar alguém ou alguns para jogar água nessa fervura. Essa temperatura não faz bem a ninguém. Vamos buscar reconstruir a paz e a relação”.

Jovem eleitor

O TSE registrou, nos primeiros meses deste ano, mais de 417 mil solicitações da 1° via do título na faixa etária de 15 a 17 anos. Contudo, o TRE-DF ainda precisa potencializar as campanhas até o dia 8 de maio (prazo final para a emissão), visto que 40% dos jovens entre 15 e 24 ainda não fizeram o título de eleitor no Distrito Federal.

Taxa streaming

Aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o PL 2.331/22 autoriza a cobrança da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) para plataformas de streaming. Empresas com faturamento anual acima de R$ 96 milhões pagarão 3%. Já as plataformas com faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 96 milhões recolherão 1,5%. O texto segue para a Câmara.

(Com Walmor Parente, Carol Purificação, Luiza Melo e Isabele Mendes)

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