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Polícia Terceira fase da Operação Capa Dura investiga fraudes na Secretaria de Educação de Porto Alegre

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Policiais civis cumpriram 14 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul e em São Paulo

Foto: DCS/Polícia Civil
Policiais civis cumpriram 14 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul e em São Paulo. (Foto: DCS/Polícia Civil)

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (12) a terceira fase da Operação Capa Dura, que visa desmantelar um esquema de fraudes em licitações na Smed (Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre).

Esta etapa da ação, batizada de Operação Prefácio, teve o objetivo de realizar a coleta de provas contra integrantes do grupo que promoveu irregularidades licitatórias e manipulação das atas de registro de preços na Smed.

Aproximadamente 70 policiais civis cumpriram 14 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Também foram cumpridas medidas de suspensão do exercício da função pública, que resultaram no afastando de servidores públicos suspeitos de envolvimento nos crimes.

Os agentes apreenderam uma pistola, munições, relógios de luxo, dólares, joias, documentos e equipamentos eletrônicos. Duas pessoas foram presas.

“Com o avanço das investigações, houve um significativo acréscimo de conhecimento sobre os crimes investigados e sobre os envolvidos. Foram coletadas evidências por meio do acompanhamento da rotina dos investigados e de medidas investigativas excepcionais, resultando no desdobramento de uma nova operação, direcionada especificamente a esses operadores”, informou a Polícia Civil.

Conforme a corporação, as fraudes nas licitações resultaram na aquisição de produtos desnecessários ou em excesso, contrariando o interesse público e beneficiando interesses privados.

“As práticas ilícitas resultaram em compras no valor total de R$ 58 milhões, configurando grave lesão ao erário”, afirmou a polícia.

Segundo o delegado Max Otto Ritter, “as fases anteriores da operação permitiram reunir provas robustas de conluio, como transações bancárias e comunicações que elucidam o funcionamento da lavagem de dinheiro realizada pelos envolvidos”.

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João Souza
12 de novembro de 2024 16:31

Tacatuafia

Vanderlei Stefani
12 de novembro de 2024 14:13

Chama o “CHINELÃO do POVO” kkkkkkkk

João Souza
12 de novembro de 2024 16:30

Tacatuamae.

Bidio Rosa
12 de novembro de 2024 15:47

Cadê a Robôsada?

João Souza
12 de novembro de 2024 16:29

Faltou dizer em que época estes delitos aconteceram. Ou são só pra denegrir a imagem do prefeito atual. Esta estratégia da esquerda já encheu o saco, e por isso perderam a eleição de GOLEADA. Costumam atirar pedras, mas esquecem que o telhado deles é de vidro. Petrolão, Mensalão e outros.

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