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Saúde “Vacina” combate o colesterol

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Praluent é o primeiro de uma nova classe promissora para combate à doença. (Crédito: Reprodução)

Quem luta contra o colesterol alto vai ganhar mais uma opção de tratamento: um novo remédio foi aprovado pela agência reguladora do setor nos Estados Unidos, a FDA (Food and Drugs Administration), órgão governamental que regula alimentos e medicamentos no país.

Batizado de Praluent, das farmacêuticas Sanofi e Regeneron, é o primeiro de uma nova classe promissora para combate à doença. O medicamento atua contra o PCSK9, um anticorpo que atrapalha o fígado na retirada do LDL (o colesterol “ruim”) do sangue, eliminando até 65% dessa substância.

Ao contrário do HBL, também produzido pelo corpo humano e benéfico para o organismo, o LDL acumula gordura nas artérias, aumentando os riscos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral), entre outras enfermidades.

A nova droga é injetável e poderá ser aplicada quinzenalmente pelo próprio paciente. A principal utilização do remédio é para os pacientes com hipercolesterolemia familiar, doença genética que aumenta os níveis de colesterol ainda na infância.

“Essas pessoas começam com níveis tão altos de LDL que não conseguem chegar nem perto do patamar que deveriam. Acredito que esse seja o grupo de maior risco”, avaliou Donald Smith, professor do Hospital Mount Sinai, em Nova York.

A droga também poderá ser receitada para quem já teve ataque cardíaco ou AVC. A expectativa, contudo, é que seja estendida para mais pessoas no futuro. “É uma nova e poderosa forma de reduzir o tipo ruim de colesterol, o que tem implicações profundas no tratamento de doenças cardiovasculares”, comemorou Elliott Antman, presidente da Associação Americana do Coração.

O tratamento disponível hoje é através de estatinas. Muitas vezes, no entanto, elas não trazem melhora ou causam efeitos colaterais. Os possíveis efeitos do novo remédio incluem coceira, inchaço e hematomas na região em que a agulha for aplicada.

Os dados mais recentes disponíveis, da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), mostram que 18,4 milhões de brasileiros, acima de 18 anos, estão com taxas elevadas do LDL. (AD)

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