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Metastese financeira

É difícil (não será impossível?) explicar, sobretudo, defender as taxas de juros estratosféricas (e não deixam de ser criminosas) que são praticadas em nosso País. Tentei entende-las lógicas, mas nem as explanações sofisticadas com que economistas titulados me brindaram não conseguiram espancar as minhas dúvidas. De verdade, apenas fizeram-me confirmar a compreensão do óbvio. Em síntese: o que eu não sabia, continuei sem saber justificar; o que eu já sabia, continuei sabendo.

De qualquer maneira, parto na tarefa, certamente inexitosa, de quem se proporia a oferecer ao povo a fórmula mágica com a qual ele entenderá os méritos (?) dessa agressiva “expropriação”, praticada de forma a fazer de muitos pobres, mais pobres, e de alguns ricos, mais ricos.

Esse “jurisdicidios econometristas” – vamos, nós também, inventar o incompreensível – tornou-se tão enredado em nossa vida, que chegamos a admitir que os banqueiros tenham o direito de se julgar íntimos de Deus, atribuindo-se-lhes até o direito de que, ante miséria e pobreza, com números assustadores em nossa população, não seja entendido como escárnio o “resultado” semestral ou anual dos Bancos que, oficialmente, nos fazem saber que os seus lucros andam na casa dos bilhões.

São juros que empurram pequenos e/ou grandes tomadores a trilhar via de mão única que leva, com maior ou menor velocidade, ao destino final da inadimplência. Os números bilionários DA BANCA são decorrência dessa “agiotagem” que se pratica, com total legalidade (e sem um pingo de ética e de legitimidade) num país em que somos “top ten” – se não somos medalha de ouro ainda temos chance de “conquista-la” – na injusta e abissal diferença na distribuição de renda brasileira.

Há quem poderia atribuir ao capitalismo clássico – que aqui é preponderantemente do Estado – a responsabilidade pelos macrojuros. É parte mas não a mais determinante dessa delinquência financeira. Basta fazer um giro por países capitalistas de verdade como Estados Unidos, Alemanha e Japão (em diferentes Continentes) para comprovar o que se disse: neles os juros não chegam a 2% (dois por cento ao ano) e, seguramente, os banqueiros de la NÃO SÃO BOBOS!

Entre nós – e quem explica é um megaempresário – Mister Forbes – que insiste em separar o capitalismo clássico (sem o qual não há investidores e empreendedores e, mais do que isso, criação de empresas que geram empregos) do capitalismo selvagem (despreocupado com o equilíbrio socioeconômico da sociedade) que atua segundo estratégias, não de contribuir para um mundo produtivo, onde haja lugar para todos, mas para um Mundo predatório onde é elogiável destruir o concorrente, sem lembrar que, com essa filosofia, certamente, em breve, o concorrente será você.

O que não se pode deixar de referir, nessa tragédia brasileira, é a presença determinante do Estado. No processo de agudização do déficit das contas públicas (vale para o Brasil, para o Rio, para nós gaúchos e para muitos mais) chegou-se ao caos.

Gastou-se o que não se tinha, esperando o milagre da multiplicação dos pães, sem ter o pão inicial e sem o Divino disponível.

Por outro lado, a impunidade gerou um estímulo permanente à corrupção – deteriorando de vez o déficit oficial – enquanto, cumprindo esse “script” do Estado (país, na ideia teórica de que é de todos e não é de ninguém). Aumentava-se o déficit governamental, tomando-se milionários empréstimo com os bancos. Entrou o Poder Público na ciranda do empréstimo – cada vez maior – para pagar novo empréstimo e dever mais, ficou encalacrado, à mercê dos bancos que, obviamente, fizeram-no elevar-se ao podium de seu maior devedor. Juros crescentes que contaminam, numa verdadeira METASTESE FINANCEIRA, esse SER muito enfermo que é o nosso País.

Greve geral

Agora que passou o clamor (melhor: a gritaria) de greve geral (?), e os líderes sindicais repetem que foi um sucesso e o Governo afirma que foi um fracasso, pode-se dizer, com segurança técnica que ela não foi nem uma coisa nem outra. Greve geral não houve, logo não pode ser nem isto nem aquilo. Houve erro de identidade.

Greve geral é aquela em que os trabalhadores empregados (o autônomo, que não é nem patrão, nem empregado não tem contra quem fazer greve), a partir de deliberação adotada livremente em assembleia, regularmente convocada – cumprindo prazos legais etc – decidem para dar força a uma ou mais, pretensões de melhorias da condição de trabalho (que tentavam obter via negociação inexitosa com a empresa), paralisar o trabalho, em data definida e por tempo previamente indicado. Dependendo da atividade laboral a que se dedica a profissão (p.ex. transporte coletivo urbano no caso dos rodoviários citadinos) e das consequências práticas de prejuízos – ou incômodos – que a paralisação acarretar para a população em geral, previamente se exigirá que a entidade grevista compromete-se a liberar 30% ou 40%, p.ex, dos grevistas para que, em horário de pico, trabalhem normalmente.

Importante lembrar que a greve é uma suspensão do contrato de trabalho. É uma paralisação, decidida em órgão de representação classista, em ato aberto à participação coletiva.

A GREVE, dizia, é uma suspensão contratual porque, durante sua ocorrência, o grevista não é remunerado e não conta tempo de serviço. Obviamente por ser um direito: ainda que por muitos estudiosos, chamado direito-SACRIFÍCIO, não autoriza o empregador a considera-la uma justa causa de rescisão. São também exemplos de suspensão contratual o período em que o jovem trabalhador empregado é convocado para o serviço militar ou aquele em que o empregado está gozando de benefício previdenciário.

Vejamos o que aconteceu na sexta-feira, 28 de abril.

Pelo que se pode averiguar, não se fez, na grande maioria das entidades sindicais, assembleias gerais específicas que mostrassem a decisão da categoria de participar do movimento. Tão flagrante foi essa minoria dos dirigentes que, não só não realizaram assembleias como deixaram de fazer – especialmente nas empresas – campanhas de mobilização dizendo exatamente o que era, quando, porque a importância de cada um e, acima de tudo, convocando para a assembleia geral da categoria, onde cada um poderia falar e onde todos deveriam votar (sim ou não), oferecendo o batismo corporativo que emprestaria a chancela democrática ao evento.

Deixando de lado o processual, que tem um viés adjetivo vamos a parte substantiva. Se o movimento fosse greve geral teriam de parar, voluntariamente, todas as categorias. É o requisito para ser geral. Segundo o disposto em recomendações e convenções da OIT, organização que há quase (1919) cem anos busca disciplinar, com clara preocupação com o trabalhador, o equilíbrio da relação do trabalho, em cerca de 200 países. De onde o geral se a grande maioria das lojas (de comerciários e comerciárias) estava abertas, funcionando com a exceção dos momentos em que se temia o tumulto, ante a eventual passagem da passeata? E as indústrias? Percentual amplamente majoritário, das que estavam funcionando. E isso também acontecia nos hospitais, farmácias, acentuadamente, nos escritórios, consultórios; dos salões de beleza a algumas agências bancárias etc. Greve geral bem sucedida é a que para o país. É a que praticamente faz cessar a produção. Não se pode confundir com uma passeata por mais ruidosa que possa ser, em que há significativa presença de estudantes (que podem integrar-se à caminhada mas não substituir os trabalhadores), funcionários públicos (que tem área própria e uma legislação protetiva e específica que da espaço mas, simultaneamente, os excluiu juridicamente da possibilidade de ocupa-lo sem contestação bastante fundamentada).

É uma pena que o Governo tenha desqualificado, num arremedo de contestação o que não houve. Não se deu conta que a matéria prima insubstituível de uma greve geral é o TRABALHADOR, vítima, no caso, da paralisação de vários sindicatos e rodoviários, que tumultuaram a vida de milhares de operários dependentes dos ônibus urbanos. Governo e sindicalistas, tomando erroneamente, a parte pelo todo, elogiaram o que não era e há quem se queria que fosse ou que nunca chegaria a ser quem nunca podia ser. Ninguém, enfim, questionou quando e como devia ser a denominada GREVE GERAL de TRABALHADORES QUE “SÓ” teve 2 problemas: NÃO FOI GERAL e FALTARAM OS TRABALHADORES.

Parece que confundiram “Habeas Corpus” com “Corpus Cristi”.

De avô para neto: cada vez pior

Na semana passada li, num dos editoriais do NY Times (não me lembro exatamente o dia) uma espécie de alerta. Dizia mais ou menos o seguinte: estaríamos no “olho do furacão” da inesperada ressurreição de uma crescente “Guerra Fria”, protagonizada pela ânsia de afirmação política internacional, de Putin, ex-espião da KGB, hibrida figura “DITADOCRATA” , corpo e vestimenta de democrata e mente e propósitos ditatoriais. Do outro lado, o reinventor de teses e procedimentos arquivados , Donald Trump, talvez a inconsequência mais irresponsável – e perigosa – em que a cidadania americana resolveu acreditar(?) viabilizando a eleição desse “clown”, autorizado a brincar com armas nucleares.

O jornalista dizia que, por tudo isso, não se podia subestimar o risco que a cada minuto põe em perigo nossa civilização, sabendo que Putin e Trump tem a senha de seus arsenais nucleares onde – espero que para sempre – “dormem” as bombas que fazem as de Hiroshima e Nagasaki parecerem um “Busca Pé”.

Há perigo, via Putin e/ou via Trump mas, penso, que limitado. Como dizia Millor, “são loucos mas não rasgam dinheiro”. Alguns de seus gestos mais contundentes são freados quando chegam ao limite da insensatez. O editorial enfatiza que não acredita que, mesmo sendo figuras aparentemente surpreendentes, ambos sabem que podem ameaçar, atacar, via palavrório, promover eventos com lengalenga de patriotada. Da farta ostentação (só ostentação) bélica. Entende-se que “daí, em diante , são totalmente “imexíveis” (como diria o ex-Ministro Magri).

Nem um passo adiante que será o caos. Nem um passo atrás que seria a humilhação do recuo. São demagogos populistas mas não embarcarão nessa aventura suicida, na qual todos perderão.

Nesse ponto é que o editorial assume a sua própria tese. Afirma, sem subterfúgios, que – mesmo a lógica ensinando diferente – o perigo está “no rato que ruge”. Insiste que se deve dar atenção prioritária a Coreia do Norte. Lá está um Marechal cheio de condecorações por batalhas não enfrentadas, com poderes satânicos de vida e morte sobre uma infeliz população escravizada. Figura balofa que, de seus ascendentes familiares, recebeu, como legado, um país. Ou melhor, um pedaço, cortado e recortado, do que teria sido o solo de um projeto de nacionalidade.

Foi o DITADOR – AVÔ que, há mais de um século, fundou a dinastia que, segundo tudo indica, adotou o poderio militar como único objetivo relevante. As verbas para educação, saúde, etc, enfim para atenuar a miséria do país foram substituídas pelo investimento bélico, em detrimento do povo, usadas para comprar (especialmente da China) equipamento bélico de ultima geração.

Com a morte do Ditador-Avô, assumiu o Ditador-Pai , outro herói da farsa gloriosa. E o governo jogou-se inteiro no projeto nuclear. Para o povo, mais carência. Para as pesquisas armadas, todo o apoio. E daí, as grandes potências aperceberam-se que a Coreia do Norte avançara demais para seu gosto. Procuram cortar-lhe o passo, com sanções econômicas (Russia e até a China, parcialmente, mudando de lado, tentam convencer os coreanos que tinham ido longe demais). No final da época do Ditador-Filho, os mísseis, os foguetes, o anúncio de testes nucleares já aparecem no noticiário.

Morre o Ditador-Filho e surge o Ditador-Neto. Adotou a linha da decisão sumária. Alguns generais, não concordando com que se lhe entregasse o poder, estariam planejando um golpe. Demoraram, articulando. O Ditador-Neto descobriu e os conspiradores foram presos e executados. O déspota, que faz lembrar a cara de um porquinho colorido de desenho animado, passou a desafiar assumidamente a Coreia do Sul, o Japão e quem mais atravesse no seu caminho . Em especial, os Estados Unidos.

Daí, olhando a figura grotesca do atual ditador norte-coreano, recordei de uma fábula em que sendo ele neto de um ditador e filho de um ditador-pai, lhe é muito aplicável.

Como manda a tradição, passemos à fábula: era uma vez, em algum lugar do mundo, existiria um ditador, como todos, um autoritário sanguinolento, feroz e corrupto a quem o povo odiava mas não tinha força para destitui-lo.

Um dia, porém, um de seus assessores – múltiplos e inúteis – lhe diz que havia sido descoberta uma senhora, de mais de 80 anos, que todas as manhãs, cedinho, ia à Igreja para rezar, com fervor, pela saúde e pela vida do soberano odiado.

O próprio, consciente da sua malignidade, não acreditou e quis conhecer a velha admiradora.

Garantiu-se-lhe que ela poderia falar tudo que desejasse. Foi então que a crente explicou ao Rei: “seu avô era mau e incompetente. O seu pai também era mau e incompetente mas, além disso, era corrupto. O senhor é mau, incompetente e corrupto mas, além disso, implantou a tortura.

Tudo indica que, quando o senhor morrer, seu filho irá assumir, sucedendo-o. Será mais um delinquente, perseguidor, ladrão e cruel, mais que o senhor.

Por isso rezo pelo senhor e pela sua saúde.

O atual “Marechal-Presidente”, dono da Coreia do Norte, é neto (como o da fábula) do fundador (o poder da família dura mais de cem anos) .

É provável que, na madrugada norte coreana, bem cedinho, camufladamente, haja muita gente rezando pela saúde do atual ditador-neto.

Há uma incógnita em tão macro problema. O povo, se correr, o bicho pega e, se ficar o bicho come.

Que dilema! Como diz o poeta francês por essa e por outras situações similares: “o futuro não é mais o que costumava ser”.

Inseguros, lamentamos pelo risco do nosso porvir, mas, realistas (tanto quanto possível) sentimos que o próprio presente é alvo imediato mais ameaçado que nunca; na dependência de um neto alucinado, filho de um pai alucinado.

Dono de um arsenal nuclear arrasador, que só nos deixa sobreviver pelo temor que a todos (especialmente aos fazedores de guerra) inspira, preserva, paradoxalmente, de maneira muito (até quando?) insegura a própria civilização que o criou.

  • Armando Burd

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  • Efemérides

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    • TRISTE NOTORIEDADE COMPRADA 17/03/2017 Se a aceitação, ou a mera compreensão participativa que explica a quebra da privacidade, é surpreendente, a colaboração explícita, para que ela ocorra, é preocupante. Constata-se uma aspiração de expor-se. É fenômeno que se alastrou pela força midiática somada à globalização. Fazer-se um programa que se estende por três, quatro meses apenas mostrando a convivência de um ...
    • Um dia a menos. Um dia a mais 11/03/2017 Depois de um dia em que nos sentimos por dentro e por fora, anímica e fisicamente, amassados, a tristeza cansa mais do que qualquer grande esforço. Pior é constatar – sem régua métrica para aferir o desgaste de afetividade – o espaço vazio, doendo baixinho (desamor, ou risco de ser por ele vitimado tem, sim, um ...
    • O homem agredindo o cidadão 05/03/2017 1. A quebra da privacidade, usualmente, é praticada pelo arbítrio do Estado (ditaduras) ou pelo uso que ele faz, indevida e camufladamente, da sua aparelhagem (em certas circunstâncias irregulares, mesmo nas Democracias) contra o cidadão (obviamente não se relaciona nesta exemplificação crítica o emprego legal, e autorizado judicialmente, do instrumental policial em razão de segurança ...
    • O rabo do gato 25/02/2017 1. Era um grupo grande, de gente pequena. Estávamos na última década do século. E do milênio: a dos noventa, no calendário gregoriano. Vivia-se um tempo agitado. Os jornais e a própria mídia eletrônica – um tanto encabulada – descobriram que a imprensa não existia só para publicar notas oficiais: A maior parte do noticiário, ...
    • Pessimismo? 19/02/2017 1.Os homens e mulheres “livres” vivem em casa com a proteção de cercas elétricas e tem medo da convivência pública das ruas. Parece que se chegou a um paradoxo: desfrutar da liberdade é mais que uma ousadia. É um perigo. 2. A manchete de hoje, seguramente, é menos alarmante do que a de amanhã. Se hoje ...
    • Mal agradecido 11/02/2017 1. O nosso STF (Supremo Tribunal Federal), diferente de modelos, como o italiano e o francês – e, de certa maneira, do norte-americano – também é guardião e intérprete da Constituição. No entanto, em situações especiais, acolhe, para dirimir, como se fosse quarta instância, conflitos ordinários, isto é, não decorrentes de exegese suscitada por divergência ...
    • Na porta de casa 24/01/2017 Há uma hostilidade. Não, não é exatamente isso. Há um desencanto. Não, também não é isso. Há um desapreço – talvez seja bem isso – de grande parte da sociedade mais informada com relação aos partidos políticos. Somem-se os que depreciam aos que se empenham em não aceitar a existência dos partidos políticos, qual a necessidade ...
    • A mudança 14/01/2017 Há uma pergunta que, apesar do ano ter mudado, não mudou. A gente faz e se faz perguntas. E a toda a hora fazem para a gente: como é que vai ficar este país? E objetivamente: quem é o homem (ou mulher) para botar em ordem o Brasil, depois da catástrofe “lulista”, dos “malfeitos” dilmistas ...
    • ENCONTROS COM O CAMARADA FIDEL II 09/12/2016 Convidado, formalmente, via México, viajei a Havana num Ilyushin (avião Russo mal tratado) operado pelas Linhas Aéreas Cubanas. Colocaram-me na primeira fila, separado dos demais passageiros por uma cortina escura. Recebido pelo Ministro da Educação, fui conduzido a um palacete que fora residência de um mega produtor açucareiro, desapropriada sem pagamento de indenização, por “la Revolucion”. Nesse ...
  • Leandro Mazzini

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    • Boiada no abate 19/05/2017 Há mais enrolados no rol de denúncias do empresário Joesley Batista. Executivos da JBS gravaram em áudio diálogos comprometedores com políticos da base e oposição e entrega de mala de dinheiro. A situação é tão delicada que, além os patrões, há duas semanas pelo menos dois executivos da empresa se mudaram para os Estados Unidos ...
    • O IPO da JBS 18/05/2017 A revelação de que Joesley Batista, dono da JBS, gravou o presidente da República, Michel Temer, com autorização da Justiça, explode a República que começava a respirar após o impeachment de Dilma Rousseff. Agora, é Temer que entra na fila por suposta obstrução de Justiça ao avalizar pagamentos para ‘calar’ Eduardo Cunha. Ainda há o ...
    • Rejeição esmagadora 17/05/2017 Partidos da base do Governo de Michel Temer – entre eles o PMDB, PSDB e DEM – realizam pesquisas para avaliar a “aceitação” do eleitorado às reformas trabalhista e da Previdência. Todas as sondagens mostram rejeição de mais de 80% dos entrevistados às mudanças nas regras de aposentadoria e contratos de trabalho. Os dados reforçam ...
    • Senado tentou investigar BNDES 16/05/2017 O Tribunal de Contas da União segura há dois anos um pedido do Senado Federal para acesso às investigações da Corte administrativa sobre supostas irregularidades no BNDES e seus financiamentos para grandes empresas no exterior. O requerimento foi encaminhado em 8 de maio de 2015 pelo então presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL). O processo ...
    • Sinais de alerta 15/05/2017 Dois anos antes da Operação Lava-Jato, o Banco Central disponibilizou 106 tipos de sinais de alerta de operações financeiras para uso dos bancos. De acordo com a chefe do Departamento de Supervisão de Conduta da instituição, Andreia Vargas, entre 1998 e 2016 foram emitidos cerca de 8 milhões de comunicados ao Conselho de Controle de ...
    • As “Noteiras” 13/05/2017 A Receita Federal já identificou mais de cinco mil empresas chamadas de “noteiras” – as que só existem no papel para emitir notas fiscais e inflar artificialmente o balanço de despesas de grandes corporações. “Na Odebrecht, investigada na Lava-Jato, existem aproximadamente 100 noteiras”, afirma Iágaro Jung Martins, subsecretário de Fiscalização da Receita. A farra vai ...
    • Cofre arrombado 13/05/2017 A operação Bullish da Polícia Federal que cerca a JBS e o BNDES é o primeiro passo para abrir o cofre secreto dos financiamentos mal explicados do bancão para grupos que tiveram restrito acesso amigável aos governos do PT. O foco não é fraude financeira – porque não houve, os investigadores já sabem – mas ...
    • PMDB em chamas 12/05/2017 O líder do PMDB na Câmara Federal, Baleia Rossi (SP), bem próximo do presidente Michel Temer, está numa situação delicada. Busca o apoio total da bancada de 70 deputados do partido do próprio presidente para apoio à reforma da Previdência. Até ontem, coletou 46 assinaturas de compromissos dos colegas. Tem se reunido com um por ...
    • Guilhotina tripla 11/05/2017 O juiz federal Sérgio Moro indicou para o STF em ofício ontem que dá sentença dia 14 de junho no processo em que o ex-ministro Antonio Palocci, o marqueteiro João Santana e a esposa dele, Monica Moura, respondem por suspeita de receberem ilegalmente US$ 10 milhões – operados por Palocci – entre 2010 e 2012, ...
    • Canal com o povo 10/05/2017 Exausto com as negativas de deputados “indecisos” – e outros que esperam verbas pelo voto – o Governo decidiu atuar em nova frente na tentativa de aprovar as reformas na Câmara Federal: o apoio popular – ou a menor resistência do povo. Assim, crê que os eleitores não pressionarão tanto os políticos em suas bases. ...
    • Racha supremo 09/05/2017 A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, não tem pressa em colocar para julgamento no plenário o habeas corpus do ex-ministro Antonio Palocci, dos governos Dilma e Lula. A intenção da ministra é levar à pauta temas que chama de “prioridade social” e amenizar o racha interno causado pela soltura de presos ...
    • O casal 08/05/2017 A força tarefa da Operação Lava-Jato está intrigada com a desenvoltura financeira de um dos investigados – que foi preso e já colocado em liberdade. E também pela descoberta de sua ligação íntima com uma famosa parlamentar em Brasília. Ambos passaram a alvos numa frente da apuração sigilosa com suspeitas de esconderem, além da relação, ...
  • Sociedade – Gasparotto

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    • Agenda 27/02/2017 Gasparotto Bia Diamante , carioca que vive em Porto Alegre há 18 anos, descobriu seu entusiasmo com a dança ao assistir um espetáculo, chamado Cravos, da coreógrafa alemã Pina Bausch. Agora, vai estrear o novo trabalho, “Composições Existenciais”, dia 11 de março, inaugurando seu estúdio, a Sala Cênica. Em cena, Mara Nunes , 53 anos, ...
    • Foliões em dois tempos 26/02/2017 Gasparotto     “Paz, carnaval, futebol, não mata, não engorda e não faz mal.” Ivete Sangalo, homenageada na Sapucaí pela Escola Grande Rio.   Os desfiles de carnaval foram adiados para 23,24 e 25 de março no Porto Seco, e depois da apuração, será realizada a premiação numa ocasião festiva no Auditório Araujo Vianna, na semana de comemoração dos 245 ...
    • Caleidoscópio de La Musique 26/02/2017 Gasparotto   O Cirque Party foi a motivação dos festejos de Momo neste domingo no Café de La Musique em Florianópolis. Muito ao gosto dos carnavais da França, a alegria estimulada pelos motivos circenses teve as escolhas da DJ Marina Diniz, entre outros especialmente selecionados. A programação segue na noite desta segunda-feira com o baile de carnaval ...
    • Agenda 26/02/2017 Gasparotto Uma das mais tradicionais festas de carnaval acontece na Bahia. Na quinta-feira (23), muitas celebridades passaram pelo Camarote Salvador, entre elas o cantor Luan Santana, o casal Mirella Santos e Ceará, a atriz Cleo Pires e muitos outros.   Na primeira noite de carnaval, na sexta-feira (24), a cidade já estava às moscas e a maioria ...
    • À procura de Clarice 25/02/2017 Gasparotto   “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” Clarice Lispector   Luiz Coronel e Fernanda Carvalho Leite, acompanhados pelo músico Victor Culanys, proporcionaram um encontro especial com o Recital Clarice Lispector, encerrando a 2ª edição do Evento Literário coordenado por Laura Becker Fett, na sede da SABA. Laura e o marido, Eduardo Fett, estão ...
    • Primeiros acordes de Momo 25/02/2017 Gasparotto    O Café de La Musique abriu a temporada do carnaval convocando os Super Heroes para o animado sunset na noite de sexta-feira (24) no badalado beach club de Florianópolis. Os DJs convidados, e foram vários, tiveram intensa atividade, motivando um grupo jovem e bonito que manteve o ritmo por longo tempo. Neste sábado (25), o ...
    • Agenda 25/02/2017 Gasparotto  A rede de supermercados Guanabara é um dos patrocinadores oficiais do sambódromo, e para agitar o Carnaval preparou uma programação especial em seu camarote. Trata-se das apresentações realizadas na sexta-feira pelo cantor Michel Teló, mais a banda Capital Inicial e os Djs Alle e Tartaruga, que caíram na folia… mas a trabalho. Ao longo dos ...
    • Personagens fascinantes 24/02/2017 Gasparotto  O hair stylist Maurício Pina, um dos responsáveis pelo altamente qualificado salão Jacques Janine de São Paulo, coleciona prêmios pela atuação internacional no setor da beleza, igualmente tem o reconhecimento pelas três décadas de participação nos desfiles do Rio de Janeiro e São Paulo. Neste carnaval comemora sua aplaudida atuação vestindo a fantasia “O triunfo do ...
    • Emoção no carnaval 24/02/2017 Gasparotto  A cantora Alinne Rosa estará na edição de outono da revista Playboy, que chega às bancas no final de março. Ela será entrevistada na seção 20P e estrela o primeiro ensaio sensual de sua carreira. Neste Carnaval, a musa poderá ser vista na Bahia e em Minas Gerais. Alinne falou da carreira, carnaval e … sexo ...
    • Visual do Copacabana Palace 24/02/2017 Gasparotto  “Antes solteiro no dia dos namorados, que namorando no carnaval.” Matheus Peixoto Philippi   A noite deste sábado terá uma das festas tradicionais do carnaval carioca nos salões Belmont Copacabana Palace – a nova designação do mais emblemático hotel do Rio de Janeiro. Os preparativos incluíram uma exposição de máscaras e adereços de elegância e bom gosto  com ...
    • Sabor brasileiro 24/02/2017 Gasparotto   A charmosa Mirele Alves finalizou as modificações em seu novo address e reuniu um pequeno grupo para a primeira apresentação do apartamento. Foi com um almoço, de culinária bem brasileira, que recebeu Maria Luisa Amodeo Daiello, Jayme de Souza Filho, Sérgio Guimarães, Guilherme Rosa, Carlos Benitz e Jones  Santos. A tarde estendeu-se com muitos assuntos. ...
    • Imagens indefinidas 24/02/2017 Gasparotto    O paranaense Emanuel Monteiro trouxe a Porto Alegre a exposição “Atrás da nossa passagem”. Com o intuito de apresentar resultados das suas investigações em relação à ideia da marca, da mancha, do rastro e da manipulação de elementos aquosos na elaboração de imagens sem formas definidas e precisas, o jovem artista proporciona reações interessantes de ...