Terça-feira, 07 de Abril de 2020

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Armando Burd A pandemia atrapalha instalação de tubos de oxigênio para os Estados

Durante a reunião neste domingo, o ministro (foto) disse aos congressistas do DEM que o presidente Jair Bolsonaro não apoia a redução dos salários. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

As mudanças no funcionamento da Câmara dos Deputados, em consequência do coronavírus, significam que a discussão do Plano Mansueto, prevendo socorro aos estados e municípios, vai demorar. O texto é considerado fundamental para os Estados.

O relator do projeto, deputado Pedro Paulo, do DEM do Rio de Janeiro, negocia com o Tesouro Nacional para que estados em dificuldades financeiras tenham alongado o prazo de duração do Regime de Recuperação Fiscal de seis para 10 anos. Estão incluídos na lista Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Goiás.

Dificuldades para respirar

O alongamento do prazo de recuperação fiscal foi proposto pelo governo do Rio ao ministro da Economia, Paulo Guedes, há seis meses. Garantiria uma forma mais suave de pagamento das parcelas da dívida que os Estados têm com a União. Se o pedido não for atendido, faltará ar nas Secretarias da Fazenda.

Entra em campo

Em meio à crise, o governo muda a rota e não quer deixar apenas ao mercado a condução da Economia. A injeção de 147 bilhões e 300 milhões de reais comprova. A maior parte vem de remanejamentos, linhas de crédito e antecipações de gastos.

Economistas independentes acham que as medidas anunciadas são tímidas diante da recessão que se aproxima.

Sinalização sobre rumos

O Comitê de Política Monetária do Banco Central encerra hoje a segunda reunião do ano para definir a taxa básica de juros. O avanço do coronavírus e a instabilidade do mercado financeiro na última semana levam a uma indefinição sobre os atuais 4,25 por cento.

Precisarão de uma saída de emergência

Com a previsão de que as precauções contra a pandemia vão se estender, candidatos, dirigentes partidários e assessores fazem perguntas. Será possível fazer caminhadas, apertando mãos dos eleitores, abraçando, posando para selfies e pegando crianças no colo sem o risco de se contaminar ou disseminar a doença?

Encontro inesquecível

No momento em que a informação séria e fundamentada se torna uma arma para vencer o desafio do coronavírus, vale lembrar o diálogo entre Charles Chaplin e Albert Einstein no primeiro encontro dos dois.

O mestre da Física disse ao gênio do cinema mudo: “O que mais admiro na sua arte é a universalidade. Você não diz uma palavra e, ainda assim, todo mundo entende”. A resposta: “É verdade. Mas sua fama é ainda maior. O mundo admira você sem entender uma palavra do que você diz”.

Mandava e não pedia

Pré-candidatos que frequentam cursos de preparação para campanhas eleitorais, gostam de um conteúdo específico. É quando os palestrantes se referem ao fato de o Rei Luís XIV, soberano da França de 1643 a 1715, tinha um marqueteiro, que lhe atribuiu o título de Rei Sol. Ele exerceu o cargo pelo tempo mais prolongado em toda a História.

A expressão Rei Sol mexe com os sonhos de muitos…

De buraco em buraco

A prefeitura de Porto Alegre não encontrou solução para evitar a contínua destruição do Calçadão da rua dos Andradas, provocada por veículos que transportam valores. O peso é muito superior à capacidade do piso no trecho entre General Câmara e Marechal Floriano.

Território incontrolável

Quando anunciaram a falta de álcool gel no Rio de Janeiro, já era de se esperar: camelôs vendem o produto adulterado. A Polícia não dá conta.

Desfez-se o malabarismo

Os flagrados na Operação Lava-Jato acreditavam num lance de Houdini, famoso mágico húngaro que fez sucesso nos Estados Unidos. Libertava-se não só de algemas, mas também de correntes e cadeados, dentro de grandes tanques d’água. Sempre havia um jeito de escapar.

Janela fechará em 17 dias

Vereadores que concorrerão à eleição majoritária ou proporcional terão até 3 de abril para mudar de partido sem perder o mandato. Como o Aliança pelo Brasil, do presidente Jair Bolsonaro, ainda não obteve registro, a migração será menor do que a expectativa.

Efeito das trocas

Entrou no folclore político: um eleitor prometeu votar em um amigo que encontrou na Borges de Medeiros com Andradas. Ao perguntar qual era o seu partido, ouviu do candidato: “Deixa eu me lembrar…”.

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