Sábado, 13 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 12 de novembro de 2025
Decisão de manter a isenção tarifária foi tomada pelos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Colômbia, Gustavo Petro (E), em um encontro bilateral
Foto: Ricardo Stuckert/PROs governos do Brasil e da Colômbia firmaram um acordo para manter a isenção tarifária sobre carros brasileiros vendidos ao vizinho latino-americano. A decisão tem validade de um ano e, nesse período, os países devem negociar um novo entendimento sobre o tema.
O acordo reverte uma ação unilateral da Colômbia, que em setembro havia decidido não prorrogar o acordo automotivo com o Brasil. O fim desse entendimento poderia afetar as exportações de veículos do País. A Colômbia é o terceiro maior mercado de automóveis brasileiros no exterior.
O entendimento entre os dois países permite que até 50 mil automóveis brasileiros sejam vendidos à Colômbia por ano com tarifas reduzidas. Sem o acordo, os carros nacionais enfrentariam uma taxação de 16,1%, reduzindo a sua competitividade no país.
“Durante o período de suspensão, Brasil e Colômbia deverão negociar um novo entendimento automotivo, com vistas a refletir os avanços tecnológicos e as novas políticas industriais de ambos os países”, diz o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), por meio de nota.
A decisão de manter a isenção tarifária foi tomada pelos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Colômbia, Gustavo Petro, em um encontro bilateral realizado às margens da inauguração do CCPI Amazônia (Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia), em Manaus, no dia 9 de setembro.
Segundo o MDIC, o documento mantendo os efeitos do acordo foi protocolado na Aladi (Associação Latino-Americana de Integração) na última sexta-feira, 7.
“A decisão reforça a integração produtiva e a competitividade industrial na região, promovendo investimentos, inovação e sustentabilidade e demonstra o papel do diálogo diplomático e da cooperação econômica regional, bem como o valor da Aladi como foro de integração e concertação latino-americana”, diz o MDIC, em nota. (Com informações de O Estado de S.Paulo)
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ESTADISTA LULA
o cheirador e o estadista ,chega ai trump
EM 2026, É LULA OUTRA VEZ!