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Colunistas Deputados começam a decidir o futuro de Ruy Irigaray

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Votação pela cassação foi unânime. (Foto: Reprodução)

A semana será decisiva para o deputado estadual Ruy Irigaray (PSL). A Comissão de Ética da Assembleia Legislativa vota nesta segunda-feira o parecer do deputado Beto Fantinel (MDB), a partir das suspeitas que foram analisadas durante a instrução do processo: Ruy Irigaray é suspeito de utilizar funcionários CCs (Cargos de Confiança) do gabinete na Assembleia Legislativa, pagos com dinheiro público, para fins pessoais, como cuidados com crianças e animais domésticos, e ainda a reforma da casa da sogra, fato que que ele não nega, mas alega ter sido usada como gabinete parlamentar, e suspeitas de suposta prática de “rachadinha” dos salários de servidores do gabinete. Existem nos autos do processo inúmeros vídeos, fotos e depoimentos sustentando estas suspeitas. Durante a instrução do processo, o deputado não foi afastado das suas funções.

O passo a passo da Comissão de Ética

A reunião da Comissão de Ética começará às 9h, com a leitura das mais de 50 páginas do relatório da subcomissão processante. Logo a seguir, a defesa de Ruy Irigaray terá 15 minutos para apresentar os argumentos em favor do deputado. Será lido então o parecer do relator, deputado Beto Fantinel, responsabilizando Ruy Irigaray, e prevendo punição que pode chegar à cassação do mandato e perda dos direitos políticos. Esse parecer precisará ser votado pelos 12 membros da comissão. Caso aprovado, segue para a Comissão de Constituição e Justiça, e o próximo passo será a votação final no plenário da Assembleia Legislativa.

Fatos semelhantes já levaram a cassações em 2015 e 2016

Deputados mais antigos se mostram surpresos e estarrecidos com o teor do processo. E comparam que, os fatos imputados a Ruy Irigaray, se confirmados, comparativamente demonstram ser tão ou mais graves quanto aqueles que já levaram à cassação dos deputados Diógenes Bassegio (PDT) em 2015 e de Mario Jardel (PSD) em 2016.

Jair Bolsonaro: “Por mim, não teria carnaval”.

“Por mim, não teria carnaval. Só que tem um detalhe: quem decide não sou eu. Segundo o Supremo Tribunal Federal, quem decide são os governadores e prefeitos. Então, eu não quero aprofundar essa que seria uma nova polêmica. Em fevereiro do ano passado, no início da pandemia, eu decretei emergência em todo o país, mas governadores e prefeitos ignoraram e promoveram o carnaval. As consequências do carnaval vieram: chegamos a 600 mil óbitos, e alguns tentaram imputar a mim essa responsabilidade.”

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