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Geral Educadora transexual é a vereadora mais votada em Aracaju

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Linda Brasil foi eleita com 5.773 votos. (Foto: Facebook/Reprodução)

A educadora transexual Linda Brasil (Psol) foi a candidata mais votada para uma vaga na Câmara de Municipal de Aracaju (SE). Ela foi eleita com 5.773 votos.

A capital sergipana tem 24 integrantes na Câmara. Em 2016, Linda teve 2.306 votos. Não se elegeu, porém, por causa do coeficiente eleitoral. Dois anos mais tarde, concorreu a deputada estadual e também ficou sem vaga na Assembleia Legislativa.

Aos 47 anos, Linda declarou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ter a profissão de cabeleireira, mas é formada em Letras e mestranda em Educação. No domingo (15), ao votar, ela se disse emocionada. “Não é só o fato da minha eleição em si, mas a representatividade de termos a primeira mulher trans vereadora de Aracaju”, afirmou.

Edvaldo Nogueira (PDT) e Delegada Danielle (Cidadania) vão concorrer à prefeitura de Aracaju (SE) no segundo turno das eleições (29). A apuração dos votos na capital sergipana foi concluída às 22h41. Edvaldo Nogueira teve 119.681 votos válidos (45,57%) contra 55.973 votos (21,31%) recebidos pela candidata Delegada Danielle.

Vinte e cinco por cento dos eleitores de Aracaju não compareceram às urnas neste domingo, totalizando 101.502 pessoas. Os votos nulos somaram 27.904 (9,20%) e os em branco somaram 12.853 (4,23%).

Belo Horizonte

Já em Belo Horizonte (MG), Duda Salabert (PDT) foi a candidata a vereadora eleita em Belo Horizonte com o maior número de votos na história da Câmara Municipal. No domingo (15), 37.613 eleitores confirmaram os números da candidatura dela na urna eletrônica. Ela também foi a primeira vereadora trans da história do legislativo em Belo Horizonte.

A candidata eleita reconheceu que a expressividade da votação traz responsabilidade para ela. “Foi um presente que Belo Horizonte nos deu, às bandeiras que carregamos. Agora me torno a mulher mais votada na história de Belo Horizonte, isso é uma honra e também um compromisso. Uma responsabilidade muito grande, já que eu trago uma parcela significativa da sociedade se sentindo representada na minha forma de fazer política”, avaliou.

A candidata ressaltou a relevância dessa vitória nas eleições. E apontou que a área da educação vai ser uma prioridade em seu mandato.

É uma vitória dos direitos humanos, porque eu faço parte de um grupo que foi historicamente excluído e marginalizado na sociedade, que é o grupo das pessoas travestis e transexuais. Mas é, sobretudo, uma vitória da educação, já que sou professora há 20 anos e, BH, nos últimos anos, decaiu no ranking educacional. Então, colocar uma professora no centro da política pública dessa cidade mostra que BH cresce no ponto de vista educacional”, disse. As informações são do jornal Valor Econômico, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do portal de notícias G1.

 

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