Segunda-feira, 03 de agosto de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Mist

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Flavio Pereira MPF pede mais documentos sobre pagamentos ilegais com recursos do Fundeb no governo Eduardo Leite

Compartilhe esta notícia:

Presidente Jair Bolsonaro com Felipe Pedri. (Foto: Agencia Brasil)

O Ministério Publico solicitou a Felipe Pedri mais informações sobre a representação protocolada no último dia 21 denunciando a prática de supostos ilícitos pelo ex-governador Eduardo Leite, a partir do reiterado desvio de recursos do Fundeb para o pagamento de aposentadorias e pensões desde 2021, em desacordo com a Constituição e com decisões do Tribunal de Contas da União. O dinheiro deve se destinar apenas à educação, mas tem sido usado para cobrir gastos previdenciários. Ontem, Felipe Pedri, que atuou em Brasília como Secretário Nacional de Audiovisual, e em outras funções junto à presidência da República, conversou com o colunista e confirmou que já encaminhou de forma digitalizada os documentos solicitados pelo Ministério Publico para instruir a representação contra Eduardo Leite e a atual gestão do estado.

Crimes de responsabilidade

Para Felipe Pedri, caso não seja encaminhada uma proposta legislativa a fim de interromper o desvio de recursos da educação no exercício de 2022 e cumprir a Constituição Federal, o governo do Estado, que continua mantendo essa prática sob a gestão do governador Ranolfo Vieira, “estará reiterando o cometimento de eventuais crimes de responsabilidade pela atual Gestão.”

MPF já denunciou caso semelhante em São Paulo

Após uma representação do Ministério Público Federal e do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo (MPC-SP), o Tribunal de Contas da União reconheceu que o governo paulista vem utilizando de maneira ilegal e inconstitucional os recursos do Fundeb, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. Uma parcela do dinheiro tem sido destinada ao pagamento de aposentadorias e pensões de servidores em vez de ser aplicada no aperfeiçoamento do ensino no estado. Somente no ano passado, o governo de São Paulo reservou mais de R$ 2,1 bilhões do Fundeb para cobrir despesas previdenciárias, o equivalente a cerca de 11,5% das receitas do Fundo. A prática, aponta o MPF, contraria o artigo 212 da Constituição, que proíbe o uso de recursos da educação para o pagamento de aposentadorias e pensões. A vedação também é prevista nas regras do novo Fundeb (Lei nº 14.113/20) e já estava inserida na lei que regulamentou o Fundo em 2007 (Lei nº 11.494/07).

Contraponto

Sobre o tema já se manifestaram a Procuradoria-Geral do Estado e o governo. No entendimento da Procuradoria-Geral do Estado, não há vedação à utilização dos recursos “para o pagamento de encargos sociais e contribuição patronal referentes aos servidores inativos da Educação, limitadamente àqueles que tenham paridade com os ativos”. Em nota, o governo ressalta que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), “no julgamento das contas de gestão do Governo do Estado, não apontou nenhuma irregularidade”.

Mudanças na foto?

A candidata ao Senado pelo PP no Rio Grande do Sul, Comandante Nádia, emitiu sinais ontem de que poderá renunciar, para não prejudicar o desempenho eleitoral de outro candidato, o vice-presidente Hamilton Mourão(Republicanos). Ambos disputam o mesmo eleitorado. Já em relação ao senador Luis Carlos Heinze que, segundo as últimas pesquisas, reduziu ainda mais o percentual de apoio, não existem sinais de renúncia. Heinze vem sendo vítima de uma debandada dos candidatos à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados da sua coligação, em direção às candidaturas de Onyx Lorenzoni (PL) e Eduardo Leite (PSDB).

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Flavio Pereira

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

8 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Vanderlei Ochoa
29 de setembro de 2022 11:09

Na foto, os dois sujeitos riem de nervosos….hahahahahaha

Vanderlei Ochoa
29 de setembro de 2022 11:10

Nadia…é muita pretenção chê…

Gabriel Priebe
29 de setembro de 2022 11:38

Que baita esgoto. Comandante Nadia, Heize, Mourão, Ônyx. Só antipovo de m* 🤮🤮🤮

Fernando Krause
29 de setembro de 2022 12:33

O eleitor gaúcho NÃO VAI ESQUECER de quem DESTRUIU empregos e micro e pequenas empresas com insanos decretos de fechamentos na pandemia, enquanto vivia fazendo lives e sendo sustentado no palácio pelo trabalhador que foi impedido de prover o sustento de sua família, inclusive sendo rechaçado a fechar as portas pelas forças policiais a serviço do governo do estado para cumprir os absurdos decretos do ditador das bandeirinhas…
Leite NUNCA MAIS!!!

Vanderlei Stefani
29 de setembro de 2022 13:40

Comandante Nádia vai ser rebaixada a cabo

Jorge Souza
29 de setembro de 2022 16:25

SERÁ QUE O PL VAI PRESTAR CONTA , A JUSTIÇA ELEITOAL DO QUE ELE GASTA COM A PROPAGANDA POLÍTICA, PAGA PARA TER NESSE ESPAÇO ?

Adroaldo Mousquer
29 de setembro de 2022 20:53

Ué? Não vai chamar o Lula de ladrão e ex presidiário?

Denise Goulart de Munhós
29 de setembro de 2022 23:18

O pior erro do Milk foi a atuação como tiranete, implantando o “fica em casa”; o “fecha tudo”, brincava de colorir mapas, tremulava bandeirolas coloridas, enquanto os gaúchos perdiam empregos, fechavam empresas e se endividavam. Milk Tiranete estará em distanciamento social de mandatos políticos a partir de 2023.

Bolsonaro afirma: “No Rio Grande do Sul, Onyx para o governo e Mourão para o Senado”
Saída da Comandante Nádia estimula voto útil para Mourão ao Senado e aumenta especulação pela renúncia de Heinze
Pode te interessar
8
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x