Quinta-feira, 04 de Março de 2021

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Flávio Pereira O projeto da esquerda para 2021: derrubar Jair Bolsonaro

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Estratégia dos partidos de esquerda e seus aliados é destituir Jair Bolsonaro do poder este ano. (Foto: Agencia Brasil)

A esquerda, calculando que a direita encontra-se fragmentada, definiu uma meta para alcançar neste ano de 2021: derrubar o presidente Jair Bolsonaro, de tal forma que, num arranjo jurídico, seu vice,o general Hamilton Mourão também seja defenestrado do cargo, abrindo-se o vazio no poder.

Esta semana, José Dirceu, dispensado por ora de cumprir na cadeia a pena de 8 anos e dez meses que lhe foi imposta por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro apurados pela Operação Lava Jato, assumiu a liderança dessa estratégia. Além de articular com o deputado Rodrigo Maia e os puxadinhos do PT (PCdoB, Rede, e PDT) o grupo Anti-Bolsonaro que tenta assumir o comando da Câmara dos Deputados através do deputado Baleia Rossi, agora Dirceu já avalia a possibilidade de derrota.

Por esta razão, mobiliza outros meios para o plano B, convocando o ativismo de simpatizantes hoje infiltrados na imprensa, na gestão das grandes redes sociais como Facebook e Twitter e em diversos órgãos de estado onde se inclui o executivo, o legislativo, o judiciário e o ministério público.

Confirmada a derrota do grupo Anti-Bolsonaro, e a vitória do deputado Arthur Lira no comando da Câmara, esse movimento da esquerda pretende pressioná-lo a examinar, com o propósito de enfraquecer o governo, pedidos de impeachment que darão entrada semanalmente no protocolo da casa.

O propósito é explícito: derrubar Bolsonaro.

Adélio Bispo, o ex-militante do PSOL já tentou eliminar Jair Bolsonaro com uma facada em 1978, antes da eleição. Agora, Marcelo Freixo, do PSOL deixa claro que o projeto continua, conforme postou em sua conta pessoal do Twitter: – É impeachment ou morte!

Forças Armadas: o alvo

A estratégia das esquerdas e de outros aliados também aponta como alvo as Forças Armadas, em especial o Exército brasileiro. Uma série de escaramuças sob a forma de textos jornalísticos, artigos e comentários em redes sociais buscará desqualificar as Forças Armadas, vistas como um contraponto importante, perante a opinião pública.

Um ensaio dessa tática deu-se com o artigo publicado no último domingo (17) pela revista Época, contendo uma análise distorcida, que atribui aos militares culpa pelas mortes por covid-19 no país. A matéria foi rechaçada com vigor pelo Comando do Exército,através de nota oficial.

Outras escaramuças virão, através militantes nas universidades, controladas pela esquerda, e através de petições a diversos foros e tribunais, em especial ao STF denunciando atos corriqueiros de governo, mediante narrativas que desqualifiquem as ações do presidente Jair Bolsonaro perante a opinião pública.

Como se vê, em 2021 a esquerda resolveu trabalhar.

Armas em funeral

O colunista registra com pesar o falecimento do general Geraldo Antonio Mioto, em decorrência de infecção de Covid-19. O general Miotto exerceu dentre outras missões importantes, os cargos de secretário-Executivo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) , diretor de Ensino da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, o Comando Militar da Amazônia (2016) e o Comando Militar do Sul (2018). Nossa solidariedade à sua família.

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