Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020

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Colunistas Pedetistas querem permanecer no governo

(Foto: Reprodução)

Não é majoritário dentro do diretório estadual do PDT o sentimento de que o partido deva entregar os cargos do governo Sartori, se decidir deixar de apoiá-lo formalmente. Mesmo entre os deputados estaduais, existe a compreensão de que o PDT deve valer-se do exemplo deixado por José Fortunati, na prefeitura de Porto Alegre.

Ali, defendem os pedetistas, Fortunati manteve inalterada a composição das secretarias, mesmo naquelas ocupadas por partidos que lançaram candidatos de oposição a Sebastião Melo, que era o nome oficial do governo. São mais de uma centena de cargos na Capital e no interior, em coordenadorias e estruturas importantes para atendimento a prefeitos e lideranças locais.

Decisão fatiada?

Para utilizar uma expressão da moda, os pedetistas querem que a proposta a ser examinada pelo diretório estadual na próxima segunda-feira, dia 10, seja fatiada em dois quesitos:

1. O apoio ao governo Sartori.

2. A entrega ou não dos cargos de confiança.

Antigos governistas denunciam o desmonte

Um sinal claro de que o governo Temer está conseguindo desmontar o aparelhamento da máquina federal promovido pelo PT, PCdoB e outros aliados do antigo governo foi o pronunciamento feito ontem da tribuna, pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB do Amazonas), que denunciou o fato de que “o Brasil vive um momento de desmonte, com a desestruturação de empresas públicas, como a Petrobras”.

Lasier Martins na tribuna do Senado

O senador gaúcho Lasier Martins (PSD) tratou ontem da tribuna, em Brasília, do drama pessoal que vem enfrentando, depois da denúncia feita em que sua mulher o acusou de supostas agressões físicas. Lasier lamentou que “…no drama pessoal a que qualquer pessoa está sujeita, há uma criança. Há uma menina de dez anos, uma menina talentosa, cativante, muito querida, que não pode sofrer efeitos negativos, deletérios sobre o cenário que foi armado.

Então, também por isso é que vim a esta tribuna. Como disse, é problema pessoal, que está sub judice, Sr. Presidente, que deveria ter ficado restrito a uma vara de família, mas não foi o que aconteceu – e não vim a esta tribuna para atacar quem quer que seja. Não vou reprimir, não vou criticar ninguém. Sou uma pessoa de paz, respeito a todos, principalmente as mulheres, e tenho gratidão, como qualquer cidadão tem gratidão às mulheres.

Eu tenho três filhas, todas muito bem-sucedidas na sua vida privada. No meu gabinete, predominam as mulheres: minha chefe de gabinete é mulher; minha assessora de imprensa é mulher. Sou defensor da Lei Maria da Penha.

Tenho pregado a necessidade de disseminar as delegacias da mulher por esse Brasil afora. Agora, na medida em que sou alvo de críticas, de reportagens, vou provar a minha total inocência, mas no local exato. Não pelas redes sociais, não por entrevistas. E quando me perguntam: ‘Mas por que não abre mão do foro privilegiado?’, se eu pudesse, eu já teria feito, mas é imperiosidade constitucional, é prerrogativa da função e não da pessoa. Então, se pudesse, eu estaria abrindo mão do foro privilegiado…”.

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