Sábado, 29 de Fevereiro de 2020

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Colunistas Tribunal de Contas vai auditar o sistema prisional

Marco Peixoto (Foto: Banco de Dados)

O Tribunal de Contas do Estado resolveu entrar na polêmica crise do sistema prisional. Ontem, o conselheiro Marco Peixoto, recebeu uma representação do Ministério Público de Contas que pede a realização de auditoria operacional no sistema prisional do Rio Grande do Sul.

Peixoto explica que a auditoria que será feita, leva em conta o objetivo do pedido do MP, de avaliar a estrutura dos presídios, o quadro de pessoal e o custo do sistema, buscando informações e soluções para a crise enfrentada nacionalmente na área.

A ação se integra a um mutirão nacional, recomendado pela Atricon, a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil. Os dados, informa o TCE, serão compartilhados com a Ordem dos Advogados do Brasil, o Poder Judiciário e o Ministério Público gaúchos.

Desgoverno na capital?

Enquanto o prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Júnior (PSDB) e seu antecessor, José Fortunati (sem partido) travam diariamente debates de nível duvidoso, a cidade segue mergulhada no caos. Uma caminhada pelas ruas do Centro Histórico deixa claro, pela invasão de vendedores de frutas, verduras, cigarros, produtos eletrônicos, e até drogas, que a capital gaúcha está desgovernada.

Otimismo no PSB

Otimista com os rumos da participação do partido no governo Sartori, o ex-deputado Fabiano Pereira, indicado para chefiar a Secretaria do Trabalho (agora unificada à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, da qual já foi titular) minimiza o atual momento de dificuldades no diálogo entre as partes. Segundo Fabiano, “estamos trabalhando para que esse diálogo se amplie, e para que a participação do PSB na gestão do estado tenha o reconhecimento devido”.

O incremento da entrada de recursos do ICMS e do IPVA melhorou o valor da parcela inicial que o governo do Estado vai pagar aos servidores na próxima terça-feira, dia 31. Os servidores estaduais receberão os salários parcelados pelo 12 mês consecutivo. A primeira parcela do mês de janeiro poderá ser será superior as R$ 3 mil. Esse valor vai quitar mais de 65% da folha dos servidores.

As garantias do Estado

A notícia publicada ontem pelo jornal Valor Economico, indicando que o governo federal exigiria como garantia para a negociação da dívida gaúcha, as ações do executivo no controle acionário do Banrisul, foi fortemente desmentida pelo governo gaúcho.

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