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Em Santa Maria, Bolsonaro reafirmou apoio à flexibilização da posse de armas

Foto: Senador Heinze com Jair Bolsonaro em Santa Maria. (Foto: Divulgação/Senado)

O presidente Jair Bolsonaro reafirmou em Santa Maria, durante a Festa Nacional da Artilharia, maior facilidade do acesso ao porte de armas pelos cidadãos, depois que o decreto do governo foi derrotado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Bolsonaro lembrou regimes socialistas, onde a população foi desarmada, facilitando a implantação de regime de força pelo Estado: “defendo o armamento individual para o nosso povo, para que tentações não passem na cabeça de governantes para assumir o poder de forma absoluta. Temos exemplo na América Latina. Não queremos repeti-los”.

Reaparelhamento militar

Em outro momento da sua manifestação em Santa Maria, o presidente da República sinalizou para novos investimentos no reaparelhamento as Forças Armadas, ao mencionar a inclusão do Brasil no chamado Grupo extra-Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) graças ao empenho pessoal do presidente norte-americano Donald Trump. Esse novo status dá acesso do Brasil ao sofisticado mercado de armamentos bélicos de primeira linha. Sobre isso, Bolsonaro comentou que “investir nas Forças Armadas é mais do que se possa pensar. É garantir a nossa paz e a nossa tranquilidade”.

Lembrança emocionada do Capitão Enir

Ao lembrar do amigo capitão Enir Garcia dos Reis, o presidente Jair Bolsonaro recordou que sua primeira visita a Santa Maria em 1993, como deputado federal, deu-se para mobilizar junto à guarnição local a sua campanha eleitoral para deputado federal. Enir concorreu em 1994, mas não conseguiu uma vaga na Câmara dos Deputados. Mais tarde elegeu-se vereador, e morreu em 2011.

Pedido de apoio ao Senador Heinze

O presidente Jair Bolsonaro conversou sábado demoradamente com o senador Luiz Carlos Heinze (PP), antes do inicio da Festa da Atilharia em Santa Maria. Pediu ao senador gaúcho, empenho pela aprovação do texto original do Decreto 9.785, de 2019. O decreto foi derrubado na Comissão de Constituição e Justiça, e irá à votação terça-feira em plenário. Concede porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições que o proprietário de arma de fogo pode comprar anualmente.

Prova ilícita tem valor?

O jurista Carlos Veloso, que foi Ministro do Supremo Tribunal Federal entre 1990 e 2006, declara taxativamente que os vazamentos de conversas entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador da República Deltan Dallagnol não devem virar trunfos jurídicos para os criminosos acusados pela Lava-Jato, ou enfraquecer as investigações contra corrupção, já que as provas “são ilícitas”.

Eduardo Leite: Não à venda do Banrisul

O governador gaúcho Eduardo Leite reafirmou à agência Estado que não está no seu radar a venda do controle do Banrisul. Avalia que a receita de R$ 10 bilhões com a venda do banco não compensaria o desgaste político. Ele vê a possibilidade de reduzir custos com a revisão do estatuto dos servidores, magistério, e a carreira militar, que considera “estruturas de carreiras muito antigas com vantagens que já se extinguiram no plano federal”.

O Pavão Misterioso denuncia Jean Wyllys e Glenn

Com o codinome “Pavão Misterioso” no Twitter, uma denúncia que já era imaginada pela maioria dos brasileiros: “O Jean Wyllys recebeu 700k de dólares + 10k mensais para se afastar do cargo, assim o Marido do Glenn assumia o posto. O dell é o PC que fez a transação de $$ para BTC. BTC foi para um Hacker russo. Os caras (do Consulado dos EUA) já sabem de tudo, só esperando o Glenn”. Será verdade?

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