Segunda-feira, 15 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 25 de novembro de 2021
Houve apreensão de nove armas e de farta munição pela Brigada Militar e Polícia Civil na ERS 786, na praia de Albatroz
Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoUma quadrilha foi presa, na noite desta quarta-feira (24), em Imbé, no Litoral Norte gaúcho, com armamento. Os criminosos confrontarem-se com policiais militares e civis. O incidente ocorreu em uma residência na ERS 786, na praia de Albatroz, durante a Operação Integrada Força Total. Quatro bandidos foram presos.
Através de um trabalho de inteligência, o local onde poderiam estar os integrantes de uma facção criminosa, oriunda do Vale do Rio do Sinos, foi descoberto. Os suspeitos estariam envolvidos no homicídio do líder de um grupo local de tráfico de drogas no dia 14 deste mês em Terra de Areia.
Os policiais foram recebidos com tiros e ocorreu então o confronto. Diante do cerco, os bandidos se renderam. Todos os indivíduos, de 20, 26, 31 e 33 anos, possuem inúmeros antecedentes. Na casa estava ainda a companheira de um deles, de 29 anos, também com ficha criminal.
Houve a apreensão de um fuzil calibre 556, uma espingarda artesanal calibre 45, uma espingarda calibre 12, duas pistolas calibres 9 milímetros, um revólver calibre 38 e três revólveres calibres 32.
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Instituições inconfiáveis = caos social (Brasil condenado ao colapso)
Confronto com a polícia? Deveriam ter tido os CPFs cancelados. E porque estavam em liberdade? E aí vem uma Juíza e decide soltar mais presos ainda, reduzindo a pena pela metade. Se ela tem dó, que leve pra casa dela.
A polícia deveria ter mandado todos para o cemitério. Lá eles ficariam PRESOS às sepulturas, sem que a (in)justiça pudesse lhes dar liberdade, para continuarem agrendindo e infenizando a sociedade. Nas sepulturas não existem “habeas-corpus”, “progressão de penas”, “saidinhas”, “vitimas íntimas”, “prisão domiciliar”, “tonozeleira eletrônica”. Uma beleza para a sociedade (que paga a conta,já que é provedora e mantenedoras das entidades que deveriam servi-la, mas não o fazem).
Que pena , não os excluiram realmene da sociedade .