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Colunistas Deputado Elton Weber propõe a Lei do Troco no Rio Grande do Sul

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Deputado estadual Elton Weber, presidente da Comissão Mista Permanente de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, autor do projeto da Lei do Troco.

Foto: ALRS
Deputado estadual Elton Weber, presidente da Comissão Mista Permanente de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, autor do projeto da Lei do Troco. (Foto: ALRS)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

No mês do Consumidor, os deputados da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa gaúcha aprovaram por 11 a 0 o parecer favorável do deputado Sérgio Peres (Republicanos) ao Projeto de Lei nº 158/2021, de autoria do deputado Elton Weber (PSB), instituindo a Lei do Troco no Estado.

Agora, a proposição segue para comissões de mérito. A proposição foi sugerida pelo vereador Gilfredo de Camillis (PSB), de Caxias do Sul. Elton Weber preside no legislativo gaúcho, a Comissão Mista Permanente de Defesa do Consumidor e do Contribuinte e Participação Legislativa Popular.

Elton Weber justifica que “apesar das diversas formas de pagamento como cartões de crédito e débito e PIX, ainda é comum ser imposto ao consumidor uma uma bala ou chiclete ou mesmo um vale, ao invés do troco. Quando o estabelecimento age desta forma está ferindo o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990). A prática é considerada ilegal porque é direito de quem compra receber o troco em espécie.”

O projeto de Weber é taxativo ao proibir a substituição do troco em espécie por artigos como doces, vales ou qualquer produto. E também determina que fornecedores e prestadores de serviço são obrigados a restituir o troco integralmente.

No caso do caixa não dispor de troco em espécie, o preço deverá ser arredondado para baixo. De acordo com o texto, o valor dado em pagamento não pode exceder a 20 vezes o preço cobrado.

“É responsabilidade do comerciante providenciar dinheiro para pagar esse troco pequeno. O uso de cartões de crédito e débito diminuiu o problema, mas no Interior as pessoas ainda usam muito notas e moedas para efetuar os seus pagamentos, especialmente as mais carentes”, justifica

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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