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Porto Alegre Mulheres acolhidas em abrigo de Porto Alegre são encaminhadas para vagas de emprego

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Seis mulheres foram encaminhadas ao setor de recursos humanos de uma empresa gaúcha.

Foto: Julio Ferreira/PMPA
Seis mulheres foram encaminhadas ao setor de recursos humanos de uma empresa gaúcha. (Foto: Julio Ferreira/PMPA)

Mulheres abrigadas há um mês pela prefeitura de Porto Alegre, na Paróquia São Martinho, no bairro Cristal, deram o primeiro passo, na tarde desta terça-feira (11), para a retomada no mercado de trabalho após a enchente histórica que assolou a cidade e o Estado. Seis mulheres foram encaminhadas ao setor de recursos humanos de uma empresa gaúcha e já fizeram os seus cadastros funcionais a uma vaga de emprego para auxiliar de produção.

O grupo foi acompanhado pela assistente social do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Andressa Feijó.

No dia 31 de maio, as abrigadas tiveram um encontro na paróquia onde estão alojadas para exporem as suas preferências por cursos e oficinas de capacitação. A psicóloga e consultora interna de RH da empresa, Adriana Neuman, expôs as atividades relativas à vaga oferecida, turnos de trabalho, horários, salário e benefícios. Ela verificou a situação dos documentos das mulheres já que muitos foram perdidos na enchente. O mutirão feito pela prefeitura no abrigo forneceu a nova documentação.

“Como a maioria delas é jovem, entre 23 e 44 anos, chefes de família e sem nenhuma rede de apoio, é preciso adequar o futuro contrato de trabalho, pois temos comprometimento com nosso colaborador, assim como precisamos cumprir nossos compromissos de produção”, explica a consultora.

Em busca de um futuro melhor para ela e seus três filhos, Jéssica Garcia, que morava no bairro Humaitá, disse que a vaga de emprego é a chance de recomeçar. “Já está tão difícil conseguir ser chamada para uma entrevista. Então, isto aqui é uma esperança para nós”, afirmou.

Quem também estava satisfeita era Michele Prestes, também moradora do Humaitá. “Fico muito grata em encontrar pessoas querendo nos ajudar nesse recomeço. Com salário fixo vai ser muito bom para poder criar os meus três filhos”, concluiu. A próxima etapa é a chamada para entrevista individual e entrega dos documentos.

Outra característica do grupo é a baixa escolaridade, sendo a quase totalidade sem o ensino fundamental completo. Ao conquistarem o emprego, elas deverão concluir os estudos gratuitos fornecidos pelo Sesi. A coordenadora do abrigo feminino, Fernanda Mendes Ribeiro, disse que a ação é um estímulo às mulheres que precisam de proteção para darem continuidade às suas vidas.

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